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Pasalia Kipkoech (foto) começou a treinar no Brasil apenas neste ano. Porém, nas três provas que disputou no país, terminou na primeira posição. A coroação definitiva da queniana ocorreu nesta quinta-feira, em São Paulo, com o título da São Silvestre.
Em sua primeira participação na tradicional prova de fim de ano, a atleta de 21 anos afirmou que não teve dificuldades para deixar para trás suas principais concorrentes, como a bicampeã Olivera Jevtic e a brasileira Marily dos Santos, terceira colocada.
- Foi fácil, me senti bem na corrida, apesar das muitas subidas e descidas. Não estou cansada, poderia continuar correndo – disse a tímida queniana.
Para Pasalia, o segredo para as quenianas se darem tão bem no Brasil está na semelhança do clima com o do país africano.
- O clima é o mesmo, com muito calor. Isso facilita bastante para nós – disse Pasalia, que vive na Casa do Quênia, no Paraná, e treina sob os cuidados do técnico Coquinho.
Em março, ela deve voltar para o Quênia, mas prometeu retornar ao Brasil em dezembro do ano que vem para ir atrás do bicampeonato da São Silvestre.
- Voltarei para buscar a vitória – finalizou.
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