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	<title>Lide Brasil &#187; Economia</title>
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		<title>Alta do dólar afeta aluguel e custo da energia</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 01:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasília – A valorização do dólar, que fechou acima de R$ 2 pela primeira vez em quase três anos, terá efeito sobre a inflação, principalmente sobre os preços do aluguel e da energia, preveem economistas. Em contrapartida, os preços de alimentos e de minérios não deverão sofrer grandes variações por causa da retração na economia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A valorização do dólar, que fechou acima de R$ 2 pela primeira vez em quase três anos, terá efeito sobre a inflação, principalmente sobre os preços do aluguel e da energia, preveem economistas. Em contrapartida, os preços de alimentos e de minérios não deverão sofrer grandes variações por causa da retração na economia externa, que empurra para baixo os preços das <em>commodities</em> – bens primários com cotação internacional.</p>
<p>A avaliação foi feita por especialistas ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong>. Para os economistas, mesmo com o encarecimento de alguns tipos de produtos e serviços, os impactos sobre os preços serão diluídos e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, tende a fechar o ano abaixo dos 6,5% registrados em 2011.</p>
<p>O economista-chefe da consultoria Austin Ratings, Alex Agostini, acredita que a inflação oficial vá encerrar 2012 em 5,6%. O percentual indica aceleração em relação à variação de 5,1%, acumulada em 12 meses até abril. Mesmo assim, o repique não deverá ameaçar o cumprimento da meta, cujo teto é 6,5%.</p>
<p>Agostini, no entanto, admite que a valorização do câmbio interferirá nos índices gerais de preços (IGP), calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Isso porque esses índices têm 60% do cálculo baseado na variação dos preços no atacado, que refletem as variações no dólar com mais rapidez. O IGP-M, por exemplo, é o índice usado para corrigir a energia e o aluguel.</p>
<p>Em relação aos preços dos alimentos, a subida do dólar não deverá ter impacto no bolso dos consumidores. “As turbulências na Europa e a desaceleração na China têm diminuído os preços das <em>commodities</em>. Essa queda é o que compensa a alta do dólar”, explica Agostini.</p>
<p>A contaminação generalizada dos preços pelo câmbio pode ocorrer, mas os próprios especialistas consideram esse cenário improvável. O professor Fábio Kanczuk, da Universidade de São Paulo (USP), acredita que o impacto do câmbio sobre a inflação só será duradouro se o dólar ficar em torno de R$ 2 por muito tempo. “Se o dólar for persistente, aí, sim, haverá algum efeito sobre a inflação”, prevê.</p>
<p>Uma eventual alta da inflação poderá fazer o Banco Central (BC) interromper o ciclo de queda dos juros básicos. Para Agostini, o Comitê de Política Monetária (Copom) diminuirá a taxa Selic para 8% ao ano na próxima reunião, que ocorre no final do mês, mas ele acredita que essa será a última redução. “O câmbio pode azedar anseios por queda de juros para abaixo de 8%”, avalia.</p>
<p>Professor de economia internacional da FGV, André Nassif diz que haverá algum repasse da alta do dólar para os preços. Ele, no entanto, considera que o BC lançará mão de outras medidas além dos juros básicos para conter a inflação. “O BC pode usar o compulsório [recursos que os bancos são obrigados a recolher à autoridade monetária] e as medidas de controle do crédito para lidar com a inflação sem mexer na taxa Selic”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Receita Federal libera lote residual do IR</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 13:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A Receita Federal liberou da malha fina um lote residual de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. A consulta ao lote poderá ser feita hoje (8), a partir das 9h, no site da Receita. O contribuinte poderá ligar também para o telefone 146 (Receitafone). No lote, foram incluídas ainda declarações dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; A Receita Federal liberou da malha fina um lote residual de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2011. A consulta ao lote poderá ser feita hoje (8), a partir das 9h, no <em>site</em> da Receita. O contribuinte poderá ligar também para o telefone 146 (Receitafone). No lote, foram incluídas ainda declarações dos exercícios 2010, 2009 e 2008. O dinheiro será depositado na conta do contribuinte no próximo dia 15.</p>
<p>Do exercício 2011, serão creditadas restituições para um total de 38.653 contribuintes, com correção de 11,75 %. No caso de 2010, as restituições irão para 12.167 pessoas, corrigidas em 21,9%. Referentes ao exercício de 2009, serão creditadas restituições para 7.427 contribuintes, com correção de 30,36 %. Para o exercício de 2008, o dinheiro será pago a 3.689 contribuintes, corrigido em 42,43 %.</p>
<p>A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-la pela internet, mediante o formulário eletrônico disponível no <a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx" rel="nofollow" target="_blank">Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte</a> (e-CAC).</p>
<p>Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deverá procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento do BB nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (pessoas com deficiência auditiva), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Banco do Brasil anuncia nova queda de juros</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; O Banco do Brasil (BB) anunciou na manhã de hoje (4), na capital paulista, uma nova redução nas taxas de juros para pessoa física, e reformulou linhas de crédito que contam com garantia de imóveis ou veículos. É o terceiro anúncio de corte desde o início de abril. Os clientes que tiverem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O Banco do Brasil (BB) anunciou na manhã de hoje (4), na capital paulista, uma nova redução nas taxas de juros para pessoa física, e reformulou linhas de crédito que contam com garantia de imóveis ou veículos. É o terceiro anúncio de corte desde o início de abril.</p>
<p>Os clientes que tiverem conta-salário no BB e aderirem ao programa Bom pra Todos não pagarão mais do que 3,94% ao mês em nenhuma modalidade de crédito pessoal, segundo o banco. Para esses clientes, os juros do cheque especial foram reduzidos de 8,31% para 3,94% ao mês, em taxa única. Essa nova taxa vale a partir do dia 10 de maio.</p>
<p>Outra redução no programa Bom pra Todos se refere aos juros de linhas de crédito pessoal (CDC automático e CDC renovação), que tinham taxa máxima de 5,79% e passarão a ter de 3,94% ao mês.</p>
<p>Para clientes que não recebem salário pelo banco e, portanto, não podem aderir ao pacote, a instituição anunciou uma linha de crédito para pessoas físicas com garantia de imóvel próprio, com juros reduzidos de 1,52% a 1,6% ao mês e prazo de pagamento até 180 meses. Essa linha de crédito será disponível, no entanto, apenas para quem tem renda acima de R$ 6 mil. Os clientes podem financiar até 50% do valor do imóvel que está em seu nome.</p>
<p>No caso do cliente que não tem imóvel próprio e com renda inferior a R$ 6 mil, o banco oferece um empréstimo com o veículo usado (com até cinco anos de fabricação) como garantia. Para essa linha, o BB reduziu os juros de 3,2% para 1,58% ao mês (taxa média). Neste caso, o limite financiável será até 70% do valor do veículo, com prazo de até 58 meses e liberação imediata do crédito após aprovada a operação, de acordo com o banco. Essas duas linhas entram em vigor no dia 27 de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Operação da Receita caça fraudadores</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 14:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A Receita Federal, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram hoje (3) a Operação Onça Preta, com o objetivo prender uma quadrilha acusada de fraudar declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) na Bahia. De acordo com a Receita Federal, em Brasília, estão sendo investigadas a prática de crimes como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; A Receita Federal, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram hoje (3) a Operação Onça Preta, com o objetivo prender uma quadrilha acusada de fraudar declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) na Bahia.</p>
<p>De acordo com a Receita Federal, em Brasília, estão sendo investigadas a prática de crimes como falsidade de documento público, uso de documento falso, formação de quadrilha, estelionato e crimes contra a ordem tributária. As irregularidades envolvem falsas declarações do IRPF e declarações do IR retido na fonte envolvendo prefeituras na Bahia. O prejuízo estimado aos cofres da União pode chegar a R$ 5 milhões.</p>
<p>Os contribuintes que enviaram a declaração irregular serão intimados pelo Fisco. Antes de serem notificados, podem, informou a Receita, corrigir as informações falsas prestadas, enviando as declarações retificadoras. Se as correções não forem feitas e o contribuinte chegar a ser notificado poderá responder administrativa e penalmente.</p>
<p>A Receita Federal usa cada vez mais a tecnologia da informação para preparar novas operações e coibir fraudes na declaração do IRPF. No mês passado, como resultado de cruzamento de dados, foram feitas operações de fiscalização no Paraná e no Distrito Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Inadimplência de empresas cresce quase 19%</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo – O número de empresas que não honraram suas dívidas aumentou 18,8% em março ante o mesmo mês do ano passado. Essa foi a maior alta já registrada no mês em dois anos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. Com relação a fevereiro, a inadimplência das empresas cresceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – O número de empresas que não honraram suas dívidas aumentou 18,8% em março ante o mesmo mês do ano passado. Essa foi a maior alta já registrada no mês em dois anos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. Com relação a fevereiro, a inadimplência das empresas cresceu 1,6%. No acumulado de janeiro a março, a elevação foi 21,1% na comparação com o mesmo período de 2011.</p>
<p>Segundo os dados da Serasa, no primeiro trimestre, o valor médio das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) chegou a R$ 783,40 &#8211; 3,4% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O valor das dívidas com bancos registraram elevação de 2,8% no trimestre, com um valor médio de R$ 5.273,76. No caso dos títulos protestados, o valor médio nos três primeiros meses do ano foi R$ 1.884,80, com aumento de 11,7% sobre igual período do ano passado. Os cheques sem fundos tiveram crescimento de 9%, com valor médio de R$ 2.210,76.</p>
<p>Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, o resultado de março sofreu influência do maior número de dias úteis do mês e do carnaval em fevereiro. “Isso contribuiu para que muitas ocorrências de inadimplência de fevereiro fossem registradas em março, elevando o indicador. Além disso, o aumento da inadimplência do consumidor e o crédito para empresas ainda com juros elevados também pressionaram a inadimplência”, dizem os economistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Preço do cigarro aumenta inflação em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 17:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Rafael Costa Lima, manteve hoje (24) a previsão de uma alta de 0,49% para indicador no fechamento de abril. “Essa elevação tem como causa principal o aumento de preços dos cigarros, que tem pressionado o grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Rafael Costa Lima, manteve hoje (24) a previsão de uma alta de 0,49% para indicador no fechamento de abril. “Essa elevação tem como causa principal o aumento de preços dos cigarros, que tem pressionado o grupo despesas pessoais”, justificou.</p>
<p>De acordo com o economista, o resultado da terceira prévia, que apontou <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-04-24/despesas-pessoais-pesam-mais-no-bolso-do-consumidor-e-pressionam-inflacao-em-sao-paulo">uma taxa de 0,37%</a>, ante 0,24%, já reflete o peso dos cigarros, que ficaram em média 10,78% mais caros no período.</p>
<p>Lima observou que também há pressões vindas dos alimentos industrializados, incluindo sobremesas e refeições fora de casa. Para comer em bares, restaurantes e lanchonetes na capital paulista, os consumidores pagaram em média 1,17% a mais do que desembolsaram na segunda prévia do mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dívida pública federal cresce quase R$ 20 bi</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – A incorporação de juros e a alta do dólar fizeram a Dívida Pública Federal (DPF) aumentar quase R$ 20 bilhões em março. De acordo com números divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional, a DPF encerrou o mês passado em R$ 1,855 trilhão, alta de 1,08% em relação ao montante de R$ 1,836 trilhão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A incorporação de juros e a alta do dólar fizeram a Dívida Pública Federal (DPF) aumentar quase R$ 20 bilhões em março. De acordo com números divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional, a DPF encerrou o mês passado em R$ 1,855 trilhão, alta de 1,08% em relação ao montante de R$ 1,836 trilhão registrado em março.</p>
<p>A dívida pública mobiliária (em títulos) interna subiu 0,89%, passando de R$ 1,76 trilhão para R$ 1,775 trilhão. Isso ocorreu porque o Tesouro incorporou R$ 17,01 bilhões em taxas de juros, apesar de ter resgatado R$ 1,29 bilhão em títulos a mais do que emitiu.</p>
<p>O reconhecimento de juros ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores (que emprestam dinheiro para que o governo possa rolar a dívida) é incorporada gradualmente ao valor devido. No caso de um investidor que comprou um título por R$ 100 com correção de 12% ao ano, ele receberá R$ 964 ao final de 20 anos. Essa diferença é incorporada mês a mês ao total da dívida pública.</p>
<p>A DPF também foi impulsionada por causa da alta do dólar no mês passado. De acordo com o Tesouro, a subida de 6,61% da moeda norte-americana em março fez a dívida pública externa aumentar 5,51%, encerrando março em R$ 80,03 bilhões, contra R$ 75,85 bilhões no mês anterior.</p>
<p>A participação de títulos prefixados – com juros definidos antecipadamente – na dívida interna subiu de 37,73% em fevereiro para 38,81% em março, a maior fatia registrada desde o início da série histórica, em 1997. Em compensação, a fatia dos títulos vinculados à taxa Selic (taxa de juros básicos da economia) caiu de 29,21% para 27,84%.</p>
<p>A participação dos títulos corrigidos pela inflação também aumentou, passando de 32,69% para 33,11%. A parcela da dívida interna vinculada ao câmbio caiu de 0,37% para 0,24%. Esses números levam em consideração as operações de <em>swap</em> do Banco Central (BC), que equivalem a operações de compra ou venda de dólar no mercado futuro e que têm impacto na dívida pública.</p>
<p>Com taxas definidas com antecedência, os títulos prefixados são preferíveis para o Tesouro Nacional porque dão maior previsibilidade à administração da dívida pública. Em contrapartida, os papéis vinculados à Selic representam mais risco porque pressionam a dívida para cima em ciclos de alta dos juros básicos.</p>
<p>O prazo médio da DPF se manteve nos 3,83 anos registrados mês passado. O Tesouro Nacional não divulga o resultado em meses, apenas em anos. A participação dos vencimentos nos próximos 12 meses, no entanto, aumentou de 22,7% para 24,23%. Prazos mais longos são favoráveis para o Tesouro porque dão ao governo mais tempo para planejar e executar as operações de renegociação (rolagem) da dívida pública.</p>
<p>Por meio da dívida pública, o governo pega emprestados recursos dos investidores para honrar compromissos. Em troca, se compromete a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Despesa pessoal e alimentos elevam inflação</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 12:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, ficou em 0,24%, na segunda prévia de abril, ante 0,14%, na primeira apuração do mês, e 0,15%, no fechamento de março. Os alimentos continuam empurrando a taxa para cima, mas apresentaram variação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, ficou em 0,24%, na segunda prévia de abril, ante 0,14%, na primeira apuração do mês, e 0,15%, no fechamento de março. Os alimentos continuam empurrando a taxa para cima, mas apresentaram variação um pouco menos intensa neste levantamento (0,44% ante 0,46%).</p>
<p>A segunda maior pressão inflacionária foi verificada no grupo despesas pessoais, com taxa de 0,50% ante uma deflação de 0,09%. Neste caso, houve influência dos cigarros, com elevação média de 5,75%. Em saúde, a taxa atingiu 0,51% ante 0,36% e, em vestuário, 0,61% ante 0,52%.</p>
<p>No grupo transportes ocorreu decréscimo, com o IPC passando de 0,15% para 0,11%. Em educação, a taxa ficou praticamente estável, ao passar de 0,05% para 0,04%. Já em habitação, foi registrada a terceira queda (-0,03%), mas com menos intensidade do que no último levantamento (-0,12%).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Receita libera lotes do IR de 2008 até 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 13:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; Receita liberou da malha fina lotes de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física dos exercícios de 2011, 2010, 2009 e 2008. O dinheiro estará no banco no próximo dia 16. A consulta poderá ser feita no site www.receita.fazenda.gov.br ou pelo telefone 146. De acordo com a Receita, do exercício de 2011, serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; Receita liberou da malha fina lotes de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física dos exercícios de 2011, 2010, 2009 e 2008. O dinheiro estará no banco no próximo dia 16. A consulta poderá ser feita no <em>site</em> <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/" rel="nofollow">www.receita.fazenda.gov.br</a> ou pelo telefone 146.</p>
<p>De acordo com a Receita, do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 40.205 contribuintes, com correção de 11,04 %. No lote de 2010, serão feitas restituições a 10.852 contribuintes, com correção de 21,19 %.</p>
<p>Com relação ao lote residual do exercício de 2009, serão creditadas restituições para um total de 6.880 contribuintes, com correção de 29,65 %. Além disso, quase 3 mil pessoas estarão incluídas no lote referente a 2008, cujo pagamento terá correção de 41,72%.</p>
<p>Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deve procurar qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.</p>
<p>A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Cai estimativa de crescimento e também inflação</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 13:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; Analistas e investidores do mercado financeiro voltaram a reduzir a estimativa de crescimento da economia, que passou de 3,23% para 3,2% em 2012. Houve redução também na estimativa de expansão da indústria, que caiu de 2,03% para 2%. São indicadores que têm preocupado o governo, que deverá anunciar amanhã medidas para estimular o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; Analistas e investidores do mercado financeiro voltaram a reduzir a estimativa de crescimento da economia, que passou de 3,23% para 3,2% em 2012. Houve redução também na estimativa de expansão da indústria, que caiu de 2,03% para 2%. São indicadores que têm preocupado o governo, que <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-28/governo-deve-anunciar-na-proxima-semana-medidas-para-aquecer-economia" rel="nofollow" target="_blank">deverá anunciar amanhã medidas</a> para estimular o setor industrial, um dos mais atingidos pela crise econômica internacional. Uma das medidas aguardadas é a que trata da desoneração da <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-03-28/mantega-confirma-mais-tres-setores-beneficio-da-desoneracao-da-folha-de-pagamento" rel="nofollow" target="_blank">folha de pagamento</a>.</p>
<p>Por outro lado, o mercado financeiro voltou a reduzir e expectativa de inflação para 2012 medida pela Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A estimativa, que estava em 5,28% na semana passada, caiu para 5,27%. A projeção da taxa de câmbio foi elevada de R$ 1,76 para R$ 1,77 ao final do ano e da taxa básica de juros, Selic, mantida em 9% ao ano. A perspectiva para a dívida líquida do setor público em comparação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi alterada de 36,2% para 36,5%.</p>
<p>Os números, que estão no boletim <em>Focus</em>, divulgado semanalmente pelo Banco Central, mostram que, no que se refere às contas externas, a expectativa é pela manutenção de um déficit de US$ 69 bilhões, com o saldo da balança comercial fechando o ano em US$ 19 bilhões e o investimento estrangeiro direto em US$ 55,37 bilhões, ante os US$ 55 bilhões previstos na semana passada.</p>
<p>A estimativa para os preços administrados (aqueles controlados pelo governo, como o da gasolina) caiu de 4% para 3,95%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
]]></content:encoded>
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