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	<title>Lide Brasil &#187; Carros</title>
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	<description>Informação na medida certa</description>
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		<title>Concorrência fez preço de veículos baixar em 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 14:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande concorrência fez o preço do carro cair em 2011. Estudo AutoInforme/Molicar sobre o comportamento dos carros e comerciais leves comercializados no mercado interno no ano passado, mostrou que o Preço de Verdade do carro zero (preço realmente praticado) teve uma queda média de 0,14% no ano. A evolução do preço foi bastante irregular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carropreço.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-51059" title="carropreço" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carropreço.jpg" alt="" width="339" height="208" /></a></strong></p>
<p>A grande concorrência fez o preço do carro cair em 2011. Estudo AutoInforme/Molicar sobre o comportamento dos carros e comerciais leves comercializados no mercado interno no ano passado, mostrou que o Preço de Verdade do carro zero (preço realmente praticado) teve uma queda média de 0,14% no ano.</p>
<p>A evolução do preço foi bastante irregular durante o ano, com duas fortes altas, em fevereiro e outubro, e duas fortes baixas, em agosto e novembro (veja o gráfico).</p>
<p>Das 47 marcas comercializadas no mercado interno, 21 tiveram aumento de preço e 24 apresentaram queda. Apenas duas mantiveram os preços estáveis.</p>
<p>A Toyota foi a marca que mais aumentou em 2011. Na média, a alta atingiu 5,66%. Os carros da Kia também subiram acima de 5% no ano: + 5,09%, e mais quatro marcas tiveram majoração acima dos 4%: Subaru (+4,94%), Ford (+4,86%), Lifan (+4,44%) e Mercedes-Benz, cujos carros tiveram alta de 4,04%.</p>
<p>A Volkswagen foi a única das grandes que teve aumento dos preços no ano, uma alta de 1,24%. Os carros da GM e da Fiat ficaram mais baratos. A GM apresentou uma queda de preços de 0,91% e a Fiat 0,87%.</p>
<p>Entre as dez marcas mais vendidas, Renault e Honda foram as que tiveram as maiores quedas de preços no ano. Os preços dos carros da Renault caíram 5,63% e os da Honda 6,28%.</p>
<p>Outras três marcas tiveram queda de preço acima de 5%: Jeep (-5,53%), Jinbei (-6,65%) e Maserati, cujos carros perderam 11,38% do preço no ano passado</p>
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		<title>Automóveis têm vendas recordes durante 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 17:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo – A quantidade de veículos (automóveis e comerciais leves) nacionais e importados vendidos em 2011 no país chegou a 3,63 milhões de unidades, 3,4% a mais do que o registrado no ano anterior. A marca é recorde para o período de um ano. Segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/vendacarros2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-51024" title="vendacarros2" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/vendacarros2-e1325784328423.jpg" alt="" width="500" height="243" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">São Paulo – A quantidade de veículos (automóveis e comerciais leves) nacionais e importados vendidos em 2011 no país chegou a 3,63 milhões de unidades, 3,4% a mais do que o registrado no ano anterior. A marca é recorde para o período de um ano.</p>
<p align="JUSTIFY">Segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os importados tiveram participação de 23,6% nas vendas (com 858 mil unidades). Em 2010, 660,1 mil veículos importados foram comercializados (com participação de 18,8% do total). Já a venda de automóveis nacionais teve queda de 2,8%, ao passar de de 2,85 milhões de unidades, em 2010, para 2,77 milhões, em 2011.</p>
<p align="JUSTIFY">A produção de automóveis no país em 2011 apresentou alta. No total, 3,4 milhões de unidades foram fabricadas, volume 0,7% superior ao do ano anterior. Do total, 541,5 mil unidades foram exportadas, 7,7% a mais que em 2010. Em valores, a exportação de automóveis totalizou US$ 12,30 bilhões, montante 16,8% superior ao registrado em 2010.</p>
<p align="JUSTIFY">Os carros com motor <em>flex fuel</em> foram os mais vendidos (83,1%); os movidos a gasolina tiveram participação de 11%, e a diesel, de 5,9%. Os carros com motor 1.0 responderam por 45,2% das vendas; e os superiores a 2.0, por 1,2%.</p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">(Agência Brasil)</p>
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		<title>Suspensa isenção de imposto para carros da Hyundai</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 00:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, em Brasília, suspendeu a decisão judicial que isentava a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na importação de veículos da Coreia do Sul pela empresa Caoa, que produz no Brasil automóveis da marca Hyundai. De acordo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/hyundai-sonata-2010-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-50859" title="hyundai-sonata-2010-1" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/hyundai-sonata-2010-1.jpg" alt="" width="508" height="286" /></a></p>
<p>Brasília &#8211; A pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, em Brasília, suspendeu a decisão judicial que isentava a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na importação de veículos da Coreia do Sul pela empresa Caoa, que produz no Brasil automóveis da marca Hyundai.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Fazenda, o tribunal havia permitido que a Caoa tivesse o mesmo benefício concedido exclusivamente às empresas com fábricas no Brasil e para veículos importados no âmbito do Mercosul e do México.</p>
<p>O presidente do TRF da Primeira Região, Olindo Herculano de Menezes, considerou que a decisão judicial que beneficiava a Caoa era favorável ao contribuinte, mas prejudicava a política pública adotada pelo governo de equilibrar o déficit comercial do setor automotivo, e ainda, que não cabe ao Poder Judiciário estender benefícios tributários, no caso a redução da alíquota do IPI, para contribuintes não contemplados pelo legislador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Peugeot RCZ ganha prêmio de melhor esportivo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Peugeot RCZ foi o vencedor do prêmio “O Melhor de Auto Press” na categoria “Melhor Esportivo”. Mais recente lançamento da Marca no país, o modelo foi escolhido ante três concorrentes, todos avaliados no decorrer do ano de 2011 pelos jornalistas que compõem a equipe da agência Auto Press, promotora da eleição. Noticiário automotivo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/peugeotrcz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-50595" title="peugeotrcz" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/peugeotrcz.jpg" alt="" width="399" height="213" /></a></p>
<p>O Peugeot RCZ foi o vencedor do prêmio “O Melhor de Auto Press” na categoria “Melhor Esportivo”. Mais recente lançamento da Marca no país, o modelo foi escolhido ante três concorrentes, todos avaliados no decorrer do ano de 2011 pelos jornalistas que compõem a equipe da agência Auto Press, promotora da eleição.</p>
<p>Noticiário automotivo da Carta Z Notícias, a Auto Press foi criada em 1992 e fornece conteúdo para publicações impressas e portais de internet do Brasil, América Latina e Europa. A edição atual da premiação contou com a votação dos 48 editores das publicações assinantes da agência que, além de elegerem os melhores modelos em cada uma das seis categorias, têm o compromisso de justificar suas escolhas.</p>
<p>“Ousadia”, “Roupagem agressiva”, “Design instigante”, “Motor eficiente” e “Custo x benefício interessante” foram alguns dos elogios utilizados pelos votantes para descrever o RCZ, que chegou ao Brasil em outubro para se tornar um ícone da exclusividade, palavra que melhor traduz este charmoso cupê.</p>
<p>Dotado de estilo único e cheio de personalidade, o RCZ – primeiro veículo de passeio da Peugeot nomeado com letras e não números – nasceu como um carro-conceito, mas rapidamente tornou-se realidade e ganhou produção em série. A dupla ondulação no teto e nos vidros traseiros são, de certo, os grandes destaques de sua arquitetura, assim como os arcos em alumínio que modelam a lateral do veículo.</p>
<p>Os atributos do modelo se estendem ao comportamento dinâmico: com peso controlado e aerodinâmica cuidadosamente trabalhada, o RCZ recebe o moderno e tecnológico motor 1.6l THP (Turbo High Pressure) de 165 CV, com 24,5 mkgf de torque e caixa de câmbio automática sequencial de seis velocidades. Esse conjunto confere ao veículo dinamismo exemplar ao aliar consumo reduzido e alta performance. No Brasil, o modelo é oferecido em versão única de acabamento por R$ 139.900.</p>
<p>A cerimônia da premiação foi realizada na terça-feira (13/12), durante almoço realizado no restaurante Real Astória, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Venda de carro novo recua, mas saldo é positivo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 17:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), informou hoje (03) que os emplacamentos de veículos novos no mercado brasileiro somaram 280.608 unidades em outubro, baixa de 7,4% ante igual intervalo de 2010. Em relação a setembro deste ano, houve recuo de 9,97%. Os dados incluem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Nos dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), informou hoje (03) que os emplacamentos de veículos novos no mercado brasileiro somaram 280.608 unidades em outubro, baixa de 7,4% ante igual intervalo de 2010.</p>
<p>Em relação a setembro deste ano, houve recuo de 9,97%. Os dados incluem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Nos dez primeiros meses de 2011, foram vendidas 2.963.055 unidades, alta de 5,64% ante o mesmo período do ano passado.</p>
<p>Considerando o desempenho de todos os segmentos analisados pela Fenabrave, que inclui motos, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o setor automotivo vendeu 443.507 unidades em outubro, um recuo de 5,35% ante o mesmo intervalo de 2010. Em relação a setembro, houve queda de 12,05%. Entre janeiro e outubro deste ano, as vendas somaram 4.702.033 unidades, o que representa um avanço de 6,8% ante os primeiros dez meses de 2010.</p>
<p>Levando-se em conta apenas automóveis e comerciais leves, as vendas em outubro caíram 8,26%, para 263.819 unidades, ante o mesmo mês do ano passado. Na comparação com setembro, houve queda de 10,15% no número de emplacamentos. Em dez meses, a alta é de 5,08%, para 2.791.170 unidades. Já as vendas de caminhões e ônibus, com 16.789 unidades em outubro, subiram 7,81% ante igual mês de 2010. Em relação a setembro, ocorreu uma queda de 7,06%. No acumulado do ano, as vendas foram 15,71% maiores e atingiram 171.885 unidades.</p>
<p>Ainda de acordo com a Fenabrave, foram vendidas 146.124 motocicletas em outubro, retração de 2,52% ante o décimo mês de 2010 e de 16,27% na comparação com setembro. No acumulado do ano, com 1.580.381 motos vendidas, o mercado registra alta de 9,15% nas vendas.</p>
<p>O comércio de implementos rodoviários somou 4.374 unidades no mês passado, retração de 10,09% ante outubro de 2010. Em relação a setembro, houve uma queda de 15,43%. Na comparação com os primeiros dez meses do ano passado, houve alta de 5,44%, com vendas de 49.032 unidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>J3 Turin tem bom desempenho no teste WebMotors</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela garagem do WebMotors já passaram diversos modelos, incluindo utilitários, esportivos e microcarros. Mas poucos geraram tantos questionamentos quanto o JAC J3 Turin. Afinal, todos podem admirar uma Ferrari, mas um sedã completo que ainda custa R$ 39.900 tem muito mais apelo perante o público – que é até mais exigente. O fato de a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/jac.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-48274" title="jac" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/jac.jpg" alt="" width="418" height="256" /></a></p>
<p>Pela garagem do WebMotors já passaram diversos modelos, incluindo utilitários, esportivos e microcarros. Mas poucos geraram tantos questionamentos quanto o JAC J3 Turin. Afinal, todos podem admirar uma Ferrari, mas um sedã completo que ainda custa R$ 39.900 tem muito mais apelo perante o público – que é até mais exigente.</p>
<p>O fato de a 458 Italia não ter vidros elétricos do tipo “um toque” não vai impedir que seu futuro proprietário assine um cheque de R$ 1,5 milhão. Mas em um segmento onde cada centavo conta e, ainda por cima, se é um novato, qualquer detalhe pode fazer com que se perca uma venda. Nas vendas o J3 Turin parece superar isso – até a publicação desta matéria foram vendidos mais de 6.500 unidades do sedã chinês.</p>
<p>Carro do Faustão</p>
<p>O índice mostra que há uma boa parcela de corajosos no segmento de sedãs compactos. Não que o J3 Turin seja uma bomba. Porém, por mais bem construído e completo que seja um veículo, poucos desejam investir uma quantia razoável de dinheiro quando pontos como manutenção e revenda ainda são obscuros.</p>
<p>O motivo por tantos estarem comprando um carro que não se sabe como irá se comportar daqui a um ano foi dado no lançamento do J6. Em um vídeo mostrado no evento, diversos compradores da minivan afirmaram terem adquirido-a devido à credibilidade de seu famoso garoto-propaganda.</p>
<p>Felizmente o J3 Turin não depende só dos comerciais para se dar bem nas revendas. Mirando nas versões três volumes de Fiat Palio, VW Gol e Ford Fiesta RoCam, o JAC procura se igualar no preço das versões básicas ou intermediárias dos rivais, porém com mais conteúdo. Quando chegou ao mercado, o J3 Turin era o único a ter trio elétrico, direção hidráulica, ar-condicionado, ABS e airbag duplo de série. A reação veio em semanas, com a Ford equipando e tabelando o Fiesta Sedan para que ficasse idêntico ao rival oriental.</p>
<p>Arredondamento</p>
<p>Correção: quase idêntico. Isso porque enquanto todos os seus concorrentes têm motor 1,6L, o J3 Turin é empurrado por um propulsor de 1,3L. A fábrica prefere afirmar que o quatro-cilindros 16V de 1.332 cm³ é um 1,4L, mas o WebMotors optou por manter o arredondamento matemático padrão.</p>
<p>Sérgio Habib, presidente da JAC do Brasil, talvez possa ter pensado que seria difícil vender um sedã 1.3 contra um mercado repleto de 1.6. Mas se a cilindrada do J3 Turin pode gerar dúvidas entre os mais céticos, a potência de 108 cv resolve o problema.</p>
<p>Com força similar (ou até superior, no caso do Voyage), o J3 Turin tem fôlego de sobra para o trânsito urbano. Acelerações mais vigorosas ou ladeiras íngremes pedem por rotações mais altas – os 14,1 kgfm de torque têm seu pico a 4.500 rpm -, mas tal atitude não irá interromper sua conversa, graças ao bom isolamento acústico. O câmbio tem relações curtas para a estrada, mas acompanha o ritmo do motor com engates precisos. O ponto fraco fica apenas por conta do curso da alavanca, muito longo.</p>
<p>Moleza brasileira</p>
<p>Independente nas quatro rodas, a suspensão teve sua altura elevada e sua rigidez alterada por conta das peculiaridades do “ótimo” asfalto brasileiro. Os céticos podem dizer que isso transformou o sedã em um carro alto e molenga, péssimo para curvas rápidas. Eles não estão errados. Mas para a maioria dos consumidores o J3 é um sedã confortável e que não tem medo de valetas. Em locais onde até o New Fiesta raspava os para-choques, o J3 Turin passava de maneira imbatível. É uma questão de preferência. A JAC optou por seguir a escola Fiat de suspensão, enquanto quem prefere uma tocada mais esportiva poderá optar pelos modelos da VW ou Ford.</p>
<p>Porém a maior parte das pessoas que compra um sedã está preocupada com espaço. Bem, dentro do carro o J3 tem espaço razoável para quatro adultos, como na maioria de seus rivais – exceção feita ao Renault Logan, maior do que todos eles por dentro e no porta-malas (510 litros). Justiça seja feita, com 490 litros, o compartimento de carga o J3 Turin só perde pro líder nessa categoria e para o Siena (500 litros).</p>
<p>A competitividade do J3 Turin continua na hora de abastecer. Se por um lado o fato de só beber gasolina é um demérito no “país do carro flex”, o pequeno chinês compensa com moderados 7,8 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada, com o ar-condicionado ligado em 50% do tempo. O climatizador, aliás, mostrou-se adequado para o clima brasileiro e possui acionamento macio e silencioso, detalhe que ajuda a vender carro no showroom.</p>
<p>O que não vai ajudar muito é a regulagem da altura da direção, muito dura, e algumas características chatas dos modelos chineses, como o plugue USB no padrão Mini, menor do que o habitual. Um cabo adaptador vem no porta-luvas de todos os carros, mas nem todo mundo gosta de ver seu pen drive chacoalhando no ar ou dançando no porta-trecos logo abaixo do CD-Player.</p>
<p>Precursor</p>
<p>Confortável, espaçoso, recheado e com um preço tentador. O J3 chegou ao Brasil com uma artilharia imbatível. Contudo, provavelmente nem Sérgio Habib, presidente da JAC do Brasil, imaginou o tamanho do impacto que seus carros provocaram no mercado. Longe dos microfones, é unânime o discurso de que a montadora, ao lado da conterrânea Chery, foi o estopim para a polêmica mudança do IPI.</p>
<p>O J3 Turin tem defeitos – como seus rivais, aliás. Mas suas virtudes superam isso e obtiveram o reconhecimento indireto da área mais improvável: a concorrência. O governo pode ter mudado as regras do jogo para combater os chineses, mas tudo indica que cada vez mais a garagem do WebMotors será cada vez mais frequentada por carros produzidos na China.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Fonte: webmotors.com.br)</p>
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		<item>
		<title>JAC Motors terá fábrica de R$ 900 milhões na Bahia</title>
		<link>http://lidebrasil.com.br/site/index.php/2011/10/07/jac-motos-vai-construir-fabrica-de-r-900-milhoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 14:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A montadora chinesa JAC Motors anunciou planos de construção de uma fábrica na Bahia em 2014, com capacidade de produzir 100.000 unidades e com  900 milhões de reais de investimentos. A confirmação foi dada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, que concedeu entrevistas após viagens à sede da companhia na China e a Brasília. Habib [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Jac-Motors-J5-550x367.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-47779" title="Jac-Motors-J5-550x367" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Jac-Motors-J5-550x367-e1317999081392.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A montadora chinesa <a href="http://quatrorodas.abril.com.br/compre-seu-carro/ofertas?term=JAC%20Motors&amp;utm_source=noticias" target="blank">JAC Motors</a> anunciou planos de construção de uma fábrica na Bahia em 2014, com capacidade de produzir 100.000 unidades e com  900 milhões de reais de investimentos.</p>
<p>A confirmação foi dada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, que concedeu entrevistas após viagens à sede da companhia na China e a Brasília. Habib negociou diretamente com o governo Dilma no Brasil. Com a polêmica do aumento do IPI sobre carros importados, a JAC firma seu compromisso de nacionalizar sua produção. </p>
<p>De acordo com Habib, a escolha da Bahia se deu pelo crescimento de 65% do mercado de automóveis em Salvador nos últimos quatro anos, contra apenas 15% de São Paulo. A proposta do executivo é produzir carros por menos de R$ 40.000 gerando 3.500 empregos.</p>
<p>No mercado brasileiro desde março, o modelo J3 da montadora chinesa já vendeu mais de 20.000  unidades pelo preço de 37.900 de reais.</p>
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		<title>Carros do Uruguai se livram dos 30% a mais de imposto</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 13:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – O governo brasileiro vai liberar os carros uruguaios de pagar o aumento de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Com isso, o país vai receber o mesmo benefício que o México e a Argentina, que também têm acordos automotivos com o Brasil. A mudança flexibiliza o anúncio feito no último [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/cherry.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-47470" title="cherry" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/cherry.jpg" alt="" width="450" height="280" /></a></p>
<p align="justify">Brasília – O governo brasileiro vai liberar os carros uruguaios de pagar o aumento de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Com isso, o país vai receber o mesmo benefício que o México e a Argentina, que também têm acordos automotivos com o Brasil.</p>
<p align="justify">A mudança flexibiliza o anúncio feito no último dia 15, quando ficou decidido que montadoras que não investirem em inovação e conteúdo nacional passariam a pagar IPI mais alto. O acordo vai beneficiar as três montadoras asiáticas instaladas no Uruguai, a Lifan, KIA e Chery.</p>
<p align="justify">Segundo o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, a flexibilização corrige o texto da Medida Provisória 540, que trata do Plano Brasil Maior.</p>
<p align="justify">O Uruguai pode exportar para o Brasil até 20 mil automóveis por ano com isenção de imposto de importação. “A redução do IPI seria também concedida para países com acordos comerciais sobre veículos”, disse.</p>
<p align="justify">O acordo foi feito após reunião realizada ontem (27) entre o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, com o vice-ministro de Economia e Finanças do Uruguai, Luíz Porto.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">(Agência Brasil)</p>
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		<title>Imposto maior de carro importado pode ir à OMC</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 13:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – O reajuste de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros importados, anunciado na última quinta-feira (15) pelo governo, abre brechas para contestações na Organização Mundial do Comércio (OMC), dizem especialistas. Eles, no entanto, ressaltam que vários países adotam medidas semelhantes e ponderam que o questionamento depende mais de vontade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/JAC-Vision.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-46860" title="JAC Vision" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/JAC-Vision.jpg" alt="" width="440" height="331" /></a></p>
<p>Brasília – O reajuste de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros importados, anunciado na última quinta-feira (15) pelo governo, abre brechas para contestações na Organização Mundial do Comércio (OMC), dizem especialistas. Eles, no entanto, ressaltam que vários países adotam medidas semelhantes e ponderam que o questionamento depende mais de vontade política dos governos do que das empresas.</p>
<p>Para os especialistas, a elevação do imposto é um sintoma da guerra comercial que tomou conta do mundo depois do agravamento da crise econômica global. Com o mercado interno enfraquecido, diversos países estão despejando mercadorias nas economias emergentes, que ampliam as restrições comerciais para se defender e proteger as indústrias locais.</p>
<p>A pesquisadora do Centro de Comércio Exterior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Lia Valls Pereira destaca que a elevação do IPI para os carros de fora do Mercosul contraria um dos princípios da OMC ao criar discriminação de produtos importados. “Um dos pilares da OMC consiste na isonomia de tratamento entre o produto nacional e o estrangeiro”, diz. À exceção do Imposto de Importação, ressalta Lia, a tributação não pode diferenciar produtos pela origem.</p>
<p>O advogado Rabih Ali Nasser, especializado em comércio internacional e também professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), ressalta outro problema: a exigência de 65% de componentes nacionais nos veículos como requisito para fugir do aumento de imposto. “O estabelecimento de conteúdo local pode ferir a isonomia de tratamento”, adverte.</p>
<p>Na última quinta-feira, <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-09-15/montadoras-que-nao-investirem-em-inovacao-e-conteudo-nacional-passarao-pagar-ipi-mais-alto">o governo anunciou a elevação do IPI em 30 pontos percentuais</a> para montadoras que não investirem em tecnologia, não produzirem veículos com pelo menos 65% de conteúdo nacional e não cumprirem pelo menos seis etapas de produção no Mercosul. A medida originalmente se destinava a promover a inovação na indústria automobilística brasileira, mas na prática pune os carros de fora do bloco econômico. Isso porque os carros e caminhões de fora do bloco comercial passaram a pagar imposto maior.</p>
<p>Apesar de considerar que a diferenciação tributária fere regras da OMC, Lia Valls Pereira ressalta que a contestação no organismo internacional não é automática. “A OMC não tem função de polícia. Ela só atua se outro país se sentir prejudicado e questionar”, explica. “Vários países adotam medidas parecidas para proteger a indústria automotiva e podem não querer questionar para não se tornarem vítimas posteriormente.”</p>
<p>Para o advogado Rabih Ali Nasser, uma eventual contestação do Brasil na OMC depende mais de decisão política do que econômica. “Os países só vão recorrer se considerarem que vale a pena, até porque a medida é temporária”, declara. O reajuste de IPI vigora até 31 de dezembro de 2012. Ele, no entanto, acredita que o governo brasileiro se arriscou: “A equipe econômica fez uma análise de custos e benefícios e, pelo visto, considerou que o desenvolvimento industrial justifica os riscos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Venda de veículo importado cresce acima de 100%</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 21:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A venda de veículos importados por empresas que não possuem fábricas no Brasil teve crescimento de mais de 100% no mês de agosto. O aumento é de 104,1% em comparação com agosto de 2010 e 11,3% maior em relação a julho deste ano. A informação é da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/bmw.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-46715" title="bmw" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/09/bmw.jpg" alt="" width="500" height="282" /></a></p>
<p>A venda de veículos importados por empresas que não possuem fábricas no Brasil teve crescimento de mais de 100% no mês de agosto. O aumento é de 104,1% em comparação com agosto de 2010 e 11,3% maior em relação a julho deste ano. A informação é da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).</p>
<p>De acordo com a entidade, com esse resultado, a participação dos veículos importados pelas associadas da Abeiva no <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5913572/venda-de-veiculos-importados-cresce-104-1-em-agosto.aspx">mercado</a> ficou em 6,64% ante 6,37% em julho. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, as vendas somaram 129.281 unidades, o que representa um aumento de 112,4% em relação ao mesmo período de 2010. De janeiro a agosto foram comercializados 528.082 veículos importados no mercado brasileiro, sendo 24,5% desse total os trazidos ao País por meio das associadas da Abeiva, o que representou 5,79% de todos os veículos (nacionais e importados) comercializados no mercado interno. Os demais veículos importados chegaram ao País por meio das próprias montadoras instaladas no Brasil.</p>
<p><strong>Projeção</strong></p>
<p>Apesar do bom resultado de agosto, as vendas de veículos importados por empresas que não possuem fábricas no Brasil devem recuar nos próximos meses. &#8220;Devemos voltar para uma média mensal em torno de 15 mil veículos&#8221;, afirmou José Luiz Gandini, presidente da entidade. A estimativa de 185 mil veículos <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5913572/venda-de-veiculos-importados-cresce-104-1-em-agosto.aspx">vendidos</a> em 2011 está mantida.</p>
<p>Segundo Gandini, a recente alta do dólar é um dos motivos para esse recuo. O executivo acrescentou que, devido à forte demanda, já há falta de alguns produtos e até fila de espera. Gandini, que também preside a Kia, disse que, no caso da marca coreana, a importadora encerrou o mês com cerca de 200 unidades em estoque, enquanto o normal são 18 mil unidades. &#8220;Não é possível aumentar de uma hora para outra as importações. Muitas vezes a montadora lá fora não tem veículos disponíveis e também não é fácil encontrar navios para trazer o carros para o Brasil.&#8221; Ele acredita que outras importadoras devem estar passando por situação semelhante.</p>
<p>Com relação à queda na oferta de crédito para os veículos, ele acredita que o impacto é menor nas empresas associadas à Abeiva do que nas montadoras instaladas no Brasil. Ele disse não ter números consolidados, mas acredita que cerca de 40% dos carros vendidos pelas importadoras são financiados, enquanto entre as montadoras <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5913572/venda-de-veiculos-importados-cresce-104-1-em-agosto.aspx">brasileiras</a> esse porcentual seria em torno de 70%. &#8220;Além disso, não é comum financiarmos 100% veículo, o que é mais comum nos carros nacionais&#8221;, diz.</p>
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