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	<title>Lide Brasil &#187; Carros</title>
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	<description>Informação na medida certa</description>
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		<title>STJ mantém condenação da montadora Ford</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da Ford para afastar decisão que a condenou a indenizar motorista que sofreu acidente provocado por defeito de fabricação. Baseada no voto do relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, a Terceira Turma entendeu que não houve a limitação de provas alegada pela defesa. Um homem entrou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da Ford para afastar decisão que a condenou a indenizar motorista que sofreu acidente provocado por defeito de fabricação. Baseada no voto do relator, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, a Terceira Turma entendeu que não houve a limitação de provas alegada pela defesa.</p>
<p>Um homem entrou com ação judicial pedindo indenização por danos morais e materiais por causa de acidente ocorrido em janeiro de 2005, seis meses após a aquisição do carro, em rodovia no Rio Grande do Sul. O banco dianteiro do veiculo quebrou e reclinou. De acordo com ele, esse acontecimento foi responsável pela perda do controle do automóvel e a consequente colisão com uma árvore, causando perda total do veículo.</p>
<p>O proprietário disse que a Ford detectou o defeito, reconhecendo possíveis riscos nos bancos dianteiros de três modelos produzidos entre novembro de 2003 e julho de 2004 – entre eles, o Ford Fiesta adquirido pela vítima do acidente. A empresa emitiu, a partir de março de 2005, um comunicado de <em>recall</em> para que os encostos dos veículos fossem verificados e, caso necessário, substituídos.</p>
<p><strong>Medida preventiva</strong></p>
<p>Negando responsabilidade pelo acidente, a empresa afirmou que o <em>recall</em> não é reconhecimento de defeito, mas apenas um alerta que funciona como medida preventiva. Alegou que o acidente ocorreu por culpa exclusiva do motorista, e que a colisão é que teria provocado a quebra do banco.</p>
<p>A empresa interpôs recurso ao STJ, alegando a nulidade do acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que a condenou ao pagamento de indenização no valor de R$ 17.500.</p>
<p>Além disso, a Ford contestou que a comprovação do defeito só poderia ser feita a partir de exame do veículo e não apenas pelas circunstâncias do acidente, e que não bastaria para definir sua responsabilidade um suposto problema de divulgação do <em>recall</em>. A falta de conhecimento técnico, com consequente limitação de provas, caracterizariam, para a defesa, cerceamento de sua atuação.</p>
<p>De acordo com o ministro Sanseverino, “a demanda foi bem analisada e resolvida pelas instâncias ordinárias”. Ele não reconheceu o cerceamento de defesa e, desta forma, a Turma reafirmou a decisão anterior e negou provimento ao recurso. Assim, a Ford deverá indenizar o proprietário do veículo acidentado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Assessoria de Imprensa do STJ)</p>
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		<title>Definida cota de comércio entre Brasil e México</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 13:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília – O governo federal definiu ontem (3) a divisão de cota de exportação do comércio bilateral entre Brasil e México dos veículos leves fabricados nos dois países. Até março de 2013, o Brasil poderá exportar para o México US$ 1,45 bilhão em veículos e vice-versa. Do total brasileiro, 20% (US$ 290 milhões) serão distribuído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/carros_importacao_mar-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53416" title="carros_importacao_mar-1" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/carros_importacao_mar-1.jpg" alt="" width="500" height="313" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Brasília – O governo federal definiu ontem (3) a divisão de cota de exportação do comércio bilateral entre Brasil e México dos veículos leves fabricados nos dois países. Até março de 2013, o Brasil poderá exportar para o México US$ 1,45 bilhão em veículos e vice-versa. Do total brasileiro, 20% (US$ 290 milhões) serão distribuído de forma igualitária entre dez empresas exportadoras de automóveis. Outros 60% (US$ 870 milhões), serão divididos proporcionalmente entre as montadoras, de acordo com a média de embarques externos de cada uma para o país, nos últimos três anos. O restante (20%) é considerado “reserva técnica” para entrada de novas montadoras.</p>
<p align="JUSTIFY">As parcelas de participação de cada empresa brasileira foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira. Os limites fazem parte da revisão do acordo automotivo firmado entre Brasil e México no dia 16 de março, que concordaram em limitar às exportações de veículos dos dois países. Para isso, foram acertadas cotas de exportação pelo prazo de três anos, com isenção de tarifas para veículos leves. A parceria prevê aumento progressivo das cotas de exportação. No segundo ano, o limite sobe para US$ 1,56 bilhão e, no terceiro, para US$ 1,64 bilhão.</p>
<p align="JUSTIFY">Esse percentual é destinado apenas às montadoras exportadoras brasileiras. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as cotas das empresas mexicanas que exportam para o Brasil não foram definida pelo governo do país.</p>
<p align="JUSTIFY">A divisão de cotas é um meio de formalizar o acordo firmado entre os dois países no mês passado. No caso do Brasil, no ano passado, foram exportados cerca de US$ 500 milhões em automóveis, ou seja, o montante ficou bem abaixo do limite estipulado. Nos últimos anos, a importação de veículos mexicanos têm superado a venda de carros brasileiros, o que motivou a revisão da parceria automotiva.</p>
<p align="JUSTIFY">A revisão no acordo bilateral também prevê elevação do percentual de componentes regionais dos veículos, de 30% para 35%, até o dia 19 de março de 2013. Em março de 2016, esse percentual será elevado para 40%. Os dois países farão estudos sobre a possibilidade de uma nova elevação, para 45%, entre 2015 e 2016.</p>
<p align="JUSTIFY">O acordo automotivo permite a importação de veículos, peças e partes de automóveis do México com redução da alíquota de impostos e institui um percentual mínimo de nacionalização dos veículos vindos do país. A parceria isenta os automóveis da taxa de importação de até 35% cobrada sobre carros de fora do México e do Mercosul.</p>
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		<title>Volkswagen já está há 59 anos em nosso País</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 15:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (23), a Volkswagen do Brasil completa 59 anos de atividades no País, consolidando, a cada ano, sua posição de maior fabricante do setor automotivo brasileiro. Ao longo dessa trajetória de sucesso foram mais de 19 milhões de veículos produzidos, entre carros de passeio e comerciais leves. O volume de veículos exportados ultrapassa 2,8 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/fusca4portas5.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53150" title="fusca4portas5" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/03/fusca4portas5.jpg" alt="" width="400" height="226" /></a></p>
<p>Nesta sexta-feira (23), a Volkswagen do Brasil completa 59 anos de atividades no País, consolidando, a cada ano, sua posição de maior fabricante do setor automotivo brasileiro. Ao longo dessa trajetória de sucesso foram mais de 19 milhões de veículos produzidos, entre carros de passeio e comerciais leves. O volume de veículos exportados ultrapassa 2,8 milhões de unidades para mais de 60 países. A empresa também está entre as líderes de vendas, totalizando mais de 16 milhões de veículos comercializados no mercado nacional.</p>
<p>A trajetória da Volkswagen no Brasil é pautada por inovação e novas tecnologias: foi a primeira do setor no Brasil a lançar, em 2003, a tecnologia Total Flex. Além disso, também foi uma das pioneiras no desenvolvimento de veículos com índices reduzidos de consumo de combustível e emissões: Gol Ecomotion (lançado em 2010) e Polo BlueMotion, (lançado em 2009). Respectivamente, os modelos receberam o prêmio &#8220;Carro Verde do Ano 2011&#8243; e &#8220;Carro Verde do Ano 2012&#8243;, da revista Autoesporte.</p>
<p>&#8220;A história da Volkswagen no Brasil reflete o nosso compromisso com o desenvolvimento do País. Em seus 59 anos, a empresa, para orgulho de seus mais de 23 mil funcionários, se tornou a maior produtora e maior exportadora de veículos do Brasil, com uma linha de produtos que faz parte da vida e do coração dos brasileiros, como é o caso do Gol, que há 25 anos consecutivos é o carro mais vendido no País. O sucesso da Volkswagen só foi possível graças aos trabalhadores de nossas fábricas, rede de concessionárias e, acima de tudo, à preferência dos nossos clientes, que ao longo desses anos adquiriram quase 20 milhões de veículos, sempre confiando na marca Volkswagen&#8221;, declara o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall.</p>
<p>Recorde em Vendas</p>
<p>Com 22 modelos, a Volkswagen do Brasil, oferece ao mercado brasileiro a maior linha de produtos da atualidade, comercializados na maior rede de concessionárias no País, com mais de 600 pontos em todas as regiões. Em 59 anos de história, acumula a marca de 16 milhões de unidades vendidas no território nacional.</p>
<p>Em 2011, atingiu seu recorde de vendas com 698.400 unidades de automóveis de passeio e comerciais leves, superando o ano anterior (2010), quando havia registrado seu maior volume de vendas (697.400 unidades). Com isso, sua participação nas vendas totais da indústria alcançou 20,4%. Em relação a 2010, a marca apresentou crescimento de 0,2% e foi a única a registrar crescimento entre as quatro principais fabricantes de veículos do País.</p>
<p>Para continuar crescendo no País, o presidente do Grupo Volkswagen no mundo, Martin Winterkorn, anunciou em 2011 um novo ciclo de investimentos na operação brasileira da marca, totalizando R$ 8,7 milhões até 2016, destinados ao desenvolvimento de novos produtos e a ampliação da capacidade de produção no País.</p>
<p>Maior exportadora do setor automotivo</p>
<p>As exportações da Volkswagen do Brasil começaram em 1970, quando enviou o primeiro lote ao exterior: 13 unidades da Variant e 8 unidades da Kombi para países da América do Sul e México. No ano seguinte, foram 1.039 veículos exportados, volume que, em 1972, saltou para 7.204 unidades vendidas para 44 países da América Latina, África e Ásia.</p>
<p>Hoje, a Volkswagen é a líder nas do setor. A marca histórica ultrapassa as 2,8 milhões de unidades para mais de 60 países.<br />
O Gol é o veículo da marca, fabricado no Brasil, mais vendido no mercado externo. Em 2011, alcançou o volume acumulado de um milhão de unidades exportadas. O modelo já foi fornecido para 66 países das Américas, África, Ásia e Europa. Atualmente, os principais mercados são Argentina e México. Desenvolvido e fabricado exclusivamente no Brasil, o Fox é o segundo modelo mais exportado, principalmente para a Argentina.</p>
<p>Entre os modelos exportados, uma curiosidade é o Passat, que até hoje é visto nas ruas do Iraque. Um total de 170 mil veículos foram exportados para o país, entre 1983 e 1988. Conhecidos por lá como &#8220;Brazili&#8221;, os veículos traziam no vidro traseiro os dizeres &#8220;Made in Brazil&#8221;.</p>
<p>História de sucesso</p>
<p>Um pequeno armazém alugado na rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga, em São Paulo, em 23 de março de 1953, marcou o nascimento da Volkswagen do Brasil. Sua história porém, começa em em 1949, quando pesquisas realizadas no mercado latinoamericano apontaram o Brasil como local mais adequado para receber a primeira fábrica da marca fora da Alemanha.<br />
Do armazém saíram os primeiros Fuscas com peças importadas da Alemanha, produzidos por 12 empregados. De 1953 a 1957 foram fabricados 2.820 unidades, sendo 2.268 unidades do Fusca com motor 1.2 l e 552 unidades da Kombi.</p>
<p>Os planos da Volkswagen do Brasil iniciaram em 1956, quando o governo brasileiro decidiu estabelecer condições para instalar no Brasil a indústria automobilística e fixou base para o rápido desenvolvimento do setor. Naquele ano, a Volkswagen decidiu então, construir sua primeira fábrica em São Bernardo do Campo. Em 2 de setembro de 1957, saiu da linha de produção da fábrica o primeiro veículo produzido pela marca no Brasil: a Kombi, com 50% dos seus componentes já fabricados aqui no País.</p>
<p>Logo no ano de início das operações, em 30 de outubro de 1953, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, visitou as instalações da empresa. Os planos da empresa ganharam impulso em 1956, com o início da construção da primeira fábrica, na rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).<br />
Na cerimônia de inauguração da fábrica, no dia 18 de novembro de 1959, Juscelino Kubitschek, Presidente da República na ocasião, desfilou pelas ruas internas da fábrica Anchieta, dentro de um Fusca conversível. Ele protagonizou a cena que seria identificada como uma espécie de &#8220;certidão de nascimento&#8221; da indústria automotiva brasileira.</p>
<p>Em julho de 1970, a Volkswagen atingia os primerios recordes de produção e vendas, alcançando o primeiro milhão de veículos. Em março de 1972, o Fusca completava um milhão de unidades vendidas.</p>
<p>Nos anos 80, com o parque automobilístico brasileiro consolidado, a Volkswagen iniciou a produção da família BX, que se tornaria o maior sucesso de vendas da indústria, dando origem aos modelos Gol, a station wagon Parati, a picape Saveiro, o Voyage e o Voyage versão Fox (exclusivo para exportação para os Estados Unidos).</p>
<p>No final da década, em 1987, na tentativa de reduzir custos e obter um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis, a Volkswagen do Brasil e a Ford juntaram-se e fundaram a Autolatina. Em sete anos, a Autolatina colocou no mercado vários modelos, como Apolo, Logus e Pointer, da marca Volkswagen, além do Verona, Royale e Versailles, da Ford.</p>
<p>Com a abertura da economia em 1994 e o aquecimento do mercado interno, as duas marcas decidiram separar as operações, pois assim atenderiam melhor seus clientes e seriam mais competitivas.</p>
<p>Fusca e Kombi</p>
<p>O Fusca é um dos modelos Volkswagen de maior sucesso e mais carismáticos da indústria automobilística no Brasil. Somando mais de 3 milhões de unidades produzidas no País, o modelo conquistou a preferência do consumidor brasileiro e ganhou até uma data comemorativa: 20 de janeiro, instituído o Dia Nacional do Fusca, veículo que até hoje possui milhares de admiradores e colecionadores.</p>
<p>Um fato marcante na história do Fusca no Brasil foi a retomada de produção do modelo em 1993, por sugestão do então Presidente da República, Itamar Franco, uma vez o modelo tinha sido descontinuado sete anos antes, em 1986. Em 23 de agosto de 1993, Itamar reinaugurou a linha do Fusca na fábrica Anchieta, a bordo de um conversível azul-claro, repetindo a clássica cena de Juscelino Kubitschek, em 1959, durante a inauguração da mesma fábrica.</p>
<p>Em produção há 55 anos no Brasil, a Kombi é um dos maiores casos de sucesso e longevidade da indústria automotiva mundial. Nenhum outro utilitário alia tanta versatilidade no transporte de cargas e passageiros com baixo custo de manutenção. Atualmente, disponível no mercado brasileiro nas versões standard, furgão, lotação e escolar, a Kombi atingiu, em 2011, o marco de 1,5 milhão de unidades fabricadas no Brasil.</p>
<p>Desenvolvimento de novos produtos</p>
<p>A Volkswagen foi a primeira montadora brasileira a inaugurar, em 1965, um centro de desenvolvimento, pesquisa e design. O primeiro veículo totalmente projetado e desenvolvido pela empresa no País foi a Brasília, lançada em 1973.</p>
<p>A empresa também foi pioneira nas primeiras instalações de crash test da América Latina, em 1966. Atualmente, a Volkswagen do Brasil mantém, junto à fábrica de Taubaté, um dos mais modernos campos de provas da marca no mundo, especializado em testes de durabilidade de veículos.</p>
<p>O Centro de Realidade Virtual (CVR), inaugurado na fábrica de São Bernardo do Campo em 2008, trouxe mais rapidez ao processo de desenvolvimento de produtos, com a geração de modelos 3D em tamanho real projetados em um telão de alta definição. A tecnologia acelera o processo de design de novos veículos em todos os seus detalhes.</p>
<p>Inovação e tecnologias</p>
<p>Inovação e novas tecnologias são fatores fundamentais para a trajetória de sucesso da empresa no Brasil. A Volkswagen foi a primeira do setor no País a lançar, em 2003, a tecnologia Total Flex, que permite o uso de etanol, um combustível renovável, e/ou gasolina em qualquer proporção. A tecnologia marcou uma mudança de paradigma na indústria automobilística brasileira.</p>
<p>Entre outras inovações, os modelos Volkswagen foram os primeiros no Brasil equipados de série com injeção eletrônica, introduzida no Gol GTi 2.0 (1988) e freios ABS, no Novo Santana (1992).</p>
<p>A empresa também é uma das pioneiras no desenvolvimento de veículos com índices reduzidos de consumo de combustível e emissões. O Polo BlueMotion, foi desenvolvido com o objetivo de reduzir em até 15% o consumo de combustível e, consequentemente, as emissões de gases poluentes e Gol EcoMotion, com redução da ordem de 10%.</p>
<p>Entre as tecnologias de útlima geração que equipam os modelos Volkswagen no mundo e que atualmente já estão disponíveis no Brasil destacam-se o Park Assist, que auxilia no estacionamento em vagas paralelas e transversais, o ACC (Adaptive Cruise Control) auxilia no controle de velocidade e distância do veículo à frente, e o detector de fadiga, equipamento detecta a perda de concentração do motorista e o avisa através de um sinal auditivo com cinco segundos de duração, presentes nos modelos Tiguan e Passat.</p>
<p>Ao longo da trajetória no Brasil, a Volkswagen sempre investiu em superar as expectativas dos clientes com produtos inovadores e tecnologias de ponta. Em 1962, a marca já trazia ao mercado brasileiro um veículo ousado para época: o Karmann-Ghia, lançado em parceria com a empresa alemã de mesmo nome. O esportivo, mundialmente conhecido e admirado, tinha padrão de acabamento superior para transportar duas pessoas.</p>
<p>Com o lançamento Passat, em 1974, a Volkswagen deu um salto tecnológico ao apresentar um veículo com motor frontal refrigerado a água e suspensão com molas helicoidais.</p>
<p>Em 1980, o Gol Geração I, com motor 1.3, inaugurou uma nova fase na indústria automotiva brasileira. Nascia uma nova família de veículos, com a chegada ao mercado nos anos seguintes dos modelos Voyage (1981), Saveiro (1982) e Parati (1983). Com o Gol GTi 2.0, a Volkswagen lançou, em 1988, o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de série, uma nova tecnologia que trouxe melhor desempenho, com menor consumo de combustível e emissão de gases poluentes.<br />
Na década de 1980, já posicionada no segmento de entrada e de carros médios, a Volkswagen passa a atuar também no segmento de luxo, com o lançamento do Santana, em 1984, seguido pela Quantum, em 1985.<br />
Projetado e desenvolvido por engenheiros e desenhistas brasileiros, o Novo Santana, lançado em 1991, tornou-se o primeiro veículo nacional a oferecer freios ABS, em 1992, e também foi pioneiro entre os veículos nacionais na utilização de catalisador.</p>
<p>O Gol da Volkswagen</p>
<p>Já em sua quinta geração, o Gol, lançado em 1980, é o modelo de maior sucesso da marca no Brasil, com quase 7 milhões de unidades produzidas e mais de 5,8 milhões de unidades comercializadas no mercado interno.  Entre os modelos que registram maior volume de produção na trajetória da marca, destaca-se o lendário Fusca, que até 1986, quando deixou de ser comercializado, atingiu 3,3 milhões de unidades fabricadas e vendidas no Brasil. Na década de 1970, a Brasília também foi um modelo de grande sucesso da marca no País, alcançando a marca de 947.169 unidades produzidas, nos nove anos em que esteve no mercado.</p>
<p>Modelos comercializados atualmente e que se destacam pelos expressivos volumes de produção são a Kombi, que em 2011 atingiu o marco de 1,5 milhão de unidades produzidas no Brasil, e o Voyage, que no início de 2012 chegou ao volume de 1 milhão de unidades fabricadas.</p>
<p>Foi em 1970 que a Volkswagen chegou ao primeiro milhão de veículos produzidos no Brasil. Na época, a empresa tinha começado a atuar no segmento de médios, com a introdução da Variant em duas versões: perua (duas portas) e sedan (quatro portas). Com a produção da Brasilía e posteriormente do Passat, além da inauguração de uma nova fábrica, em Taubaté, a Volkswagen encerrou a década de 1970 alcançando a produção de 5 milhões de unidades, em 1979.</p>
<p>Ao longo de sua história no Brasil, a marca Volkswagen projetou e desenvolveu aqui no País uma série de modelos, que se tornaram sucessos, como o Gol, o Fox, a Brasília, a Variant, o Karmann Ghia e o esportivo SP2.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Concorrência fez preço de veículos baixar em 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 14:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande concorrência fez o preço do carro cair em 2011. Estudo AutoInforme/Molicar sobre o comportamento dos carros e comerciais leves comercializados no mercado interno no ano passado, mostrou que o Preço de Verdade do carro zero (preço realmente praticado) teve uma queda média de 0,14% no ano. A evolução do preço foi bastante irregular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carropreço.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-51059" title="carropreço" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/carropreço.jpg" alt="" width="339" height="208" /></a></strong></p>
<p>A grande concorrência fez o preço do carro cair em 2011. Estudo AutoInforme/Molicar sobre o comportamento dos carros e comerciais leves comercializados no mercado interno no ano passado, mostrou que o Preço de Verdade do carro zero (preço realmente praticado) teve uma queda média de 0,14% no ano.</p>
<p>A evolução do preço foi bastante irregular durante o ano, com duas fortes altas, em fevereiro e outubro, e duas fortes baixas, em agosto e novembro (veja o gráfico).</p>
<p>Das 47 marcas comercializadas no mercado interno, 21 tiveram aumento de preço e 24 apresentaram queda. Apenas duas mantiveram os preços estáveis.</p>
<p>A Toyota foi a marca que mais aumentou em 2011. Na média, a alta atingiu 5,66%. Os carros da Kia também subiram acima de 5% no ano: + 5,09%, e mais quatro marcas tiveram majoração acima dos 4%: Subaru (+4,94%), Ford (+4,86%), Lifan (+4,44%) e Mercedes-Benz, cujos carros tiveram alta de 4,04%.</p>
<p>A Volkswagen foi a única das grandes que teve aumento dos preços no ano, uma alta de 1,24%. Os carros da GM e da Fiat ficaram mais baratos. A GM apresentou uma queda de preços de 0,91% e a Fiat 0,87%.</p>
<p>Entre as dez marcas mais vendidas, Renault e Honda foram as que tiveram as maiores quedas de preços no ano. Os preços dos carros da Renault caíram 5,63% e os da Honda 6,28%.</p>
<p>Outras três marcas tiveram queda de preço acima de 5%: Jeep (-5,53%), Jinbei (-6,65%) e Maserati, cujos carros perderam 11,38% do preço no ano passado</p>
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		<title>Automóveis têm vendas recordes durante 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 17:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo – A quantidade de veículos (automóveis e comerciais leves) nacionais e importados vendidos em 2011 no país chegou a 3,63 milhões de unidades, 3,4% a mais do que o registrado no ano anterior. A marca é recorde para o período de um ano. Segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/vendacarros2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-51024" title="vendacarros2" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/01/vendacarros2-e1325784328423.jpg" alt="" width="500" height="243" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">São Paulo – A quantidade de veículos (automóveis e comerciais leves) nacionais e importados vendidos em 2011 no país chegou a 3,63 milhões de unidades, 3,4% a mais do que o registrado no ano anterior. A marca é recorde para o período de um ano.</p>
<p align="JUSTIFY">Segundo dados divulgados hoje (5) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os importados tiveram participação de 23,6% nas vendas (com 858 mil unidades). Em 2010, 660,1 mil veículos importados foram comercializados (com participação de 18,8% do total). Já a venda de automóveis nacionais teve queda de 2,8%, ao passar de de 2,85 milhões de unidades, em 2010, para 2,77 milhões, em 2011.</p>
<p align="JUSTIFY">A produção de automóveis no país em 2011 apresentou alta. No total, 3,4 milhões de unidades foram fabricadas, volume 0,7% superior ao do ano anterior. Do total, 541,5 mil unidades foram exportadas, 7,7% a mais que em 2010. Em valores, a exportação de automóveis totalizou US$ 12,30 bilhões, montante 16,8% superior ao registrado em 2010.</p>
<p align="JUSTIFY">Os carros com motor <em>flex fuel</em> foram os mais vendidos (83,1%); os movidos a gasolina tiveram participação de 11%, e a diesel, de 5,9%. Os carros com motor 1.0 responderam por 45,2% das vendas; e os superiores a 2.0, por 1,2%.</p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">(Agência Brasil)</p>
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		<title>Suspensa isenção de imposto para carros da Hyundai</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 00:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; A pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, em Brasília, suspendeu a decisão judicial que isentava a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na importação de veículos da Coreia do Sul pela empresa Caoa, que produz no Brasil automóveis da marca Hyundai. De acordo com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/hyundai-sonata-2010-1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-50859" title="hyundai-sonata-2010-1" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/hyundai-sonata-2010-1.jpg" alt="" width="508" height="286" /></a></p>
<p>Brasília &#8211; A pedido da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, em Brasília, suspendeu a decisão judicial que isentava a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na importação de veículos da Coreia do Sul pela empresa Caoa, que produz no Brasil automóveis da marca Hyundai.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Fazenda, o tribunal havia permitido que a Caoa tivesse o mesmo benefício concedido exclusivamente às empresas com fábricas no Brasil e para veículos importados no âmbito do Mercosul e do México.</p>
<p>O presidente do TRF da Primeira Região, Olindo Herculano de Menezes, considerou que a decisão judicial que beneficiava a Caoa era favorável ao contribuinte, mas prejudicava a política pública adotada pelo governo de equilibrar o déficit comercial do setor automotivo, e ainda, que não cabe ao Poder Judiciário estender benefícios tributários, no caso a redução da alíquota do IPI, para contribuintes não contemplados pelo legislador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Peugeot RCZ ganha prêmio de melhor esportivo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Peugeot RCZ foi o vencedor do prêmio “O Melhor de Auto Press” na categoria “Melhor Esportivo”. Mais recente lançamento da Marca no país, o modelo foi escolhido ante três concorrentes, todos avaliados no decorrer do ano de 2011 pelos jornalistas que compõem a equipe da agência Auto Press, promotora da eleição. Noticiário automotivo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/peugeotrcz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-50595" title="peugeotrcz" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/12/peugeotrcz.jpg" alt="" width="399" height="213" /></a></p>
<p>O Peugeot RCZ foi o vencedor do prêmio “O Melhor de Auto Press” na categoria “Melhor Esportivo”. Mais recente lançamento da Marca no país, o modelo foi escolhido ante três concorrentes, todos avaliados no decorrer do ano de 2011 pelos jornalistas que compõem a equipe da agência Auto Press, promotora da eleição.</p>
<p>Noticiário automotivo da Carta Z Notícias, a Auto Press foi criada em 1992 e fornece conteúdo para publicações impressas e portais de internet do Brasil, América Latina e Europa. A edição atual da premiação contou com a votação dos 48 editores das publicações assinantes da agência que, além de elegerem os melhores modelos em cada uma das seis categorias, têm o compromisso de justificar suas escolhas.</p>
<p>“Ousadia”, “Roupagem agressiva”, “Design instigante”, “Motor eficiente” e “Custo x benefício interessante” foram alguns dos elogios utilizados pelos votantes para descrever o RCZ, que chegou ao Brasil em outubro para se tornar um ícone da exclusividade, palavra que melhor traduz este charmoso cupê.</p>
<p>Dotado de estilo único e cheio de personalidade, o RCZ – primeiro veículo de passeio da Peugeot nomeado com letras e não números – nasceu como um carro-conceito, mas rapidamente tornou-se realidade e ganhou produção em série. A dupla ondulação no teto e nos vidros traseiros são, de certo, os grandes destaques de sua arquitetura, assim como os arcos em alumínio que modelam a lateral do veículo.</p>
<p>Os atributos do modelo se estendem ao comportamento dinâmico: com peso controlado e aerodinâmica cuidadosamente trabalhada, o RCZ recebe o moderno e tecnológico motor 1.6l THP (Turbo High Pressure) de 165 CV, com 24,5 mkgf de torque e caixa de câmbio automática sequencial de seis velocidades. Esse conjunto confere ao veículo dinamismo exemplar ao aliar consumo reduzido e alta performance. No Brasil, o modelo é oferecido em versão única de acabamento por R$ 139.900.</p>
<p>A cerimônia da premiação foi realizada na terça-feira (13/12), durante almoço realizado no restaurante Real Astória, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Venda de carro novo recua, mas saldo é positivo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 17:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), informou hoje (03) que os emplacamentos de veículos novos no mercado brasileiro somaram 280.608 unidades em outubro, baixa de 7,4% ante igual intervalo de 2010. Em relação a setembro deste ano, houve recuo de 9,97%. Os dados incluem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Nos dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), informou hoje (03) que os emplacamentos de veículos novos no mercado brasileiro somaram 280.608 unidades em outubro, baixa de 7,4% ante igual intervalo de 2010.</p>
<p>Em relação a setembro deste ano, houve recuo de 9,97%. Os dados incluem automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Nos dez primeiros meses de 2011, foram vendidas 2.963.055 unidades, alta de 5,64% ante o mesmo período do ano passado.</p>
<p>Considerando o desempenho de todos os segmentos analisados pela Fenabrave, que inclui motos, implementos rodoviários e máquinas agrícolas, o setor automotivo vendeu 443.507 unidades em outubro, um recuo de 5,35% ante o mesmo intervalo de 2010. Em relação a setembro, houve queda de 12,05%. Entre janeiro e outubro deste ano, as vendas somaram 4.702.033 unidades, o que representa um avanço de 6,8% ante os primeiros dez meses de 2010.</p>
<p>Levando-se em conta apenas automóveis e comerciais leves, as vendas em outubro caíram 8,26%, para 263.819 unidades, ante o mesmo mês do ano passado. Na comparação com setembro, houve queda de 10,15% no número de emplacamentos. Em dez meses, a alta é de 5,08%, para 2.791.170 unidades. Já as vendas de caminhões e ônibus, com 16.789 unidades em outubro, subiram 7,81% ante igual mês de 2010. Em relação a setembro, ocorreu uma queda de 7,06%. No acumulado do ano, as vendas foram 15,71% maiores e atingiram 171.885 unidades.</p>
<p>Ainda de acordo com a Fenabrave, foram vendidas 146.124 motocicletas em outubro, retração de 2,52% ante o décimo mês de 2010 e de 16,27% na comparação com setembro. No acumulado do ano, com 1.580.381 motos vendidas, o mercado registra alta de 9,15% nas vendas.</p>
<p>O comércio de implementos rodoviários somou 4.374 unidades no mês passado, retração de 10,09% ante outubro de 2010. Em relação a setembro, houve uma queda de 15,43%. Na comparação com os primeiros dez meses do ano passado, houve alta de 5,44%, com vendas de 49.032 unidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>J3 Turin tem bom desempenho no teste WebMotors</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 14:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela garagem do WebMotors já passaram diversos modelos, incluindo utilitários, esportivos e microcarros. Mas poucos geraram tantos questionamentos quanto o JAC J3 Turin. Afinal, todos podem admirar uma Ferrari, mas um sedã completo que ainda custa R$ 39.900 tem muito mais apelo perante o público – que é até mais exigente. O fato de a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/jac.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-48274" title="jac" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/jac.jpg" alt="" width="418" height="256" /></a></p>
<p>Pela garagem do WebMotors já passaram diversos modelos, incluindo utilitários, esportivos e microcarros. Mas poucos geraram tantos questionamentos quanto o JAC J3 Turin. Afinal, todos podem admirar uma Ferrari, mas um sedã completo que ainda custa R$ 39.900 tem muito mais apelo perante o público – que é até mais exigente.</p>
<p>O fato de a 458 Italia não ter vidros elétricos do tipo “um toque” não vai impedir que seu futuro proprietário assine um cheque de R$ 1,5 milhão. Mas em um segmento onde cada centavo conta e, ainda por cima, se é um novato, qualquer detalhe pode fazer com que se perca uma venda. Nas vendas o J3 Turin parece superar isso – até a publicação desta matéria foram vendidos mais de 6.500 unidades do sedã chinês.</p>
<p>Carro do Faustão</p>
<p>O índice mostra que há uma boa parcela de corajosos no segmento de sedãs compactos. Não que o J3 Turin seja uma bomba. Porém, por mais bem construído e completo que seja um veículo, poucos desejam investir uma quantia razoável de dinheiro quando pontos como manutenção e revenda ainda são obscuros.</p>
<p>O motivo por tantos estarem comprando um carro que não se sabe como irá se comportar daqui a um ano foi dado no lançamento do J6. Em um vídeo mostrado no evento, diversos compradores da minivan afirmaram terem adquirido-a devido à credibilidade de seu famoso garoto-propaganda.</p>
<p>Felizmente o J3 Turin não depende só dos comerciais para se dar bem nas revendas. Mirando nas versões três volumes de Fiat Palio, VW Gol e Ford Fiesta RoCam, o JAC procura se igualar no preço das versões básicas ou intermediárias dos rivais, porém com mais conteúdo. Quando chegou ao mercado, o J3 Turin era o único a ter trio elétrico, direção hidráulica, ar-condicionado, ABS e airbag duplo de série. A reação veio em semanas, com a Ford equipando e tabelando o Fiesta Sedan para que ficasse idêntico ao rival oriental.</p>
<p>Arredondamento</p>
<p>Correção: quase idêntico. Isso porque enquanto todos os seus concorrentes têm motor 1,6L, o J3 Turin é empurrado por um propulsor de 1,3L. A fábrica prefere afirmar que o quatro-cilindros 16V de 1.332 cm³ é um 1,4L, mas o WebMotors optou por manter o arredondamento matemático padrão.</p>
<p>Sérgio Habib, presidente da JAC do Brasil, talvez possa ter pensado que seria difícil vender um sedã 1.3 contra um mercado repleto de 1.6. Mas se a cilindrada do J3 Turin pode gerar dúvidas entre os mais céticos, a potência de 108 cv resolve o problema.</p>
<p>Com força similar (ou até superior, no caso do Voyage), o J3 Turin tem fôlego de sobra para o trânsito urbano. Acelerações mais vigorosas ou ladeiras íngremes pedem por rotações mais altas – os 14,1 kgfm de torque têm seu pico a 4.500 rpm -, mas tal atitude não irá interromper sua conversa, graças ao bom isolamento acústico. O câmbio tem relações curtas para a estrada, mas acompanha o ritmo do motor com engates precisos. O ponto fraco fica apenas por conta do curso da alavanca, muito longo.</p>
<p>Moleza brasileira</p>
<p>Independente nas quatro rodas, a suspensão teve sua altura elevada e sua rigidez alterada por conta das peculiaridades do “ótimo” asfalto brasileiro. Os céticos podem dizer que isso transformou o sedã em um carro alto e molenga, péssimo para curvas rápidas. Eles não estão errados. Mas para a maioria dos consumidores o J3 é um sedã confortável e que não tem medo de valetas. Em locais onde até o New Fiesta raspava os para-choques, o J3 Turin passava de maneira imbatível. É uma questão de preferência. A JAC optou por seguir a escola Fiat de suspensão, enquanto quem prefere uma tocada mais esportiva poderá optar pelos modelos da VW ou Ford.</p>
<p>Porém a maior parte das pessoas que compra um sedã está preocupada com espaço. Bem, dentro do carro o J3 tem espaço razoável para quatro adultos, como na maioria de seus rivais – exceção feita ao Renault Logan, maior do que todos eles por dentro e no porta-malas (510 litros). Justiça seja feita, com 490 litros, o compartimento de carga o J3 Turin só perde pro líder nessa categoria e para o Siena (500 litros).</p>
<p>A competitividade do J3 Turin continua na hora de abastecer. Se por um lado o fato de só beber gasolina é um demérito no “país do carro flex”, o pequeno chinês compensa com moderados 7,8 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada, com o ar-condicionado ligado em 50% do tempo. O climatizador, aliás, mostrou-se adequado para o clima brasileiro e possui acionamento macio e silencioso, detalhe que ajuda a vender carro no showroom.</p>
<p>O que não vai ajudar muito é a regulagem da altura da direção, muito dura, e algumas características chatas dos modelos chineses, como o plugue USB no padrão Mini, menor do que o habitual. Um cabo adaptador vem no porta-luvas de todos os carros, mas nem todo mundo gosta de ver seu pen drive chacoalhando no ar ou dançando no porta-trecos logo abaixo do CD-Player.</p>
<p>Precursor</p>
<p>Confortável, espaçoso, recheado e com um preço tentador. O J3 chegou ao Brasil com uma artilharia imbatível. Contudo, provavelmente nem Sérgio Habib, presidente da JAC do Brasil, imaginou o tamanho do impacto que seus carros provocaram no mercado. Longe dos microfones, é unânime o discurso de que a montadora, ao lado da conterrânea Chery, foi o estopim para a polêmica mudança do IPI.</p>
<p>O J3 Turin tem defeitos – como seus rivais, aliás. Mas suas virtudes superam isso e obtiveram o reconhecimento indireto da área mais improvável: a concorrência. O governo pode ter mudado as regras do jogo para combater os chineses, mas tudo indica que cada vez mais a garagem do WebMotors será cada vez mais frequentada por carros produzidos na China.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Fonte: webmotors.com.br)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>JAC Motors terá fábrica de R$ 900 milhões na Bahia</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 14:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A montadora chinesa JAC Motors anunciou planos de construção de uma fábrica na Bahia em 2014, com capacidade de produzir 100.000 unidades e com  900 milhões de reais de investimentos. A confirmação foi dada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, que concedeu entrevistas após viagens à sede da companhia na China e a Brasília. Habib [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Jac-Motors-J5-550x367.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-47779" title="Jac-Motors-J5-550x367" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2011/10/Jac-Motors-J5-550x367-e1317999081392.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>A montadora chinesa <a href="http://quatrorodas.abril.com.br/compre-seu-carro/ofertas?term=JAC%20Motors&amp;utm_source=noticias" target="blank">JAC Motors</a> anunciou planos de construção de uma fábrica na Bahia em 2014, com capacidade de produzir 100.000 unidades e com  900 milhões de reais de investimentos.</p>
<p>A confirmação foi dada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, que concedeu entrevistas após viagens à sede da companhia na China e a Brasília. Habib negociou diretamente com o governo Dilma no Brasil. Com a polêmica do aumento do IPI sobre carros importados, a JAC firma seu compromisso de nacionalizar sua produção. </p>
<p>De acordo com Habib, a escolha da Bahia se deu pelo crescimento de 65% do mercado de automóveis em Salvador nos últimos quatro anos, contra apenas 15% de São Paulo. A proposta do executivo é produzir carros por menos de R$ 40.000 gerando 3.500 empregos.</p>
<p>No mercado brasileiro desde março, o modelo J3 da montadora chinesa já vendeu mais de 20.000  unidades pelo preço de 37.900 de reais.</p>
]]></content:encoded>
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