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	<title>Lide Brasil &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Informação na medida certa</description>
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		<title>Diretora de licenciamento do Ibama nega pressões para liberar Belo Monte</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 18:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro &#8211; A diretora de Licenciamento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Gisela Forattini, disse hoje (31) que as condicionantes socioambientais exigidas para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte estao sendo cumpridas. A diretora, que participou do EnerGem LatAm2011, congresso do setor de geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro &#8211; A diretora de Licenciamento Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Gisela Forattini, disse hoje (31) que as condicionantes socioambientais exigidas para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte estao sendo cumpridas. A diretora, que participou do EnerGem LatAm2011, congresso do setor de geração de energia, no Rio de Janeiro, negou qualquer tipo de pressão política para liberar a obra.</p>
<p>Ela explicou que para liberar a instalação do canteiro de obras, 24 medidas de um total de 40 foram cumpridas, entre elas, início das obras de uma escola e da rede de abastecimento de água em Altamira (PA). Além disso, Forattini destacou que o Ibama acrescentou mais 15 condicionantes à lista, que devem ser cumpridas para liberação de outras partes da obra, no contexto da licenca de instalacao, aprovada no último dia 29.</p>
<p>Embora o Ministério Publico Federal no Pará questione o desmembramento da licenca de instalação, a diretora explicou que a parte jurídica do Ibama não &#8220;avaliou problema algum&#8221; e que medida que ja foi adotada em outros empreendimentos. &#8220;O Ibama trabalhou dentro da normalidade [para conceder a licenca]. Avaliamos aspectos positivos e negativos, sem paixão. Assim acontece o licenciamente ambiental&#8221;, disse ela.</p>
<p>A diretora negou qualquer tipo de pressão política sobre o órgão para liberar a obra e afirmou que o ex-presidente do Ibama Abelardo Bayma deixou o cargo por questões pessoais. &#8220;O Aberlado já disse e a carta de demissão dele é bem clara, ele saiu por questões pessoais. Nao existe nexo causal&#8221;, assegurou.</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Administração de floresta orienta sobre visitas em períodos de chuvas</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 17:32:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fundação Florestal e a prefeitura de Rio Claro voltam a orientar a comunidade a respeito dos passeios na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade nesta época do ano. As fortes chuvas das últimas semanas tornam desaconselháveis as visitas à área. A administração da Feena salienta que, embora permaneça aberta, a floresta não está desenvolvendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Florestal e a prefeitura de Rio Claro voltam a orientar a comunidade a respeito dos passeios na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade nesta época do ano. As fortes chuvas das últimas semanas tornam desaconselháveis as visitas à área.</p>
<p>A administração da Feena salienta que, embora permaneça aberta, a floresta não está desenvolvendo atividades de lazer desde a segunda quinzena de dezembro. As chuvas, combinadas aos ventos intensos, já derrubaram dezenas de árvores, o que oferece perigo aos visitantes, além de interromper estradas e caminhos da floresta.</p>
<p>Tão logo as condições climáticas permitam, a Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade vai retomar as atividades usuais desenvolvidas com a comunidade.</p>
<p>(Assessoria de Imprensa PMRC)</p>
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		<title>Ministérios rebatem relatório sobre construção de hidrelétrica</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gilberto Costa &#8211; Repórter da Agência Brasil* Brasília – A aprovação de relatório pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, sobre violação de direitos humanos cometidas no planejamento e construção de barragens foi recebida com restrições pelos ministérios de Minas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gilberto Costa &#8211; <em>Repórter da Agência Brasi</em><em>l</em>*</p>
<p>Brasília – A aprovação de relatório pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, sobre violação de direitos humanos cometidas no planejamento e construção de barragens foi recebida com restrições pelos ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente (MMA).</p>
<p>O relatório traz anexadas as ressalvas do MME, que reclama da generalização do texto e nenhuma apuração. “Considera-se que nenhuma das denúncias recebidas [mais de 70, feitas pelo Movimento de Atingidos por Barragens - MAB] foi tecnicamente apurada”, aponta o ministério, que também assinala que “não houve qualquer verificação sobre desdobramentos judiciais das denúncias, muitas delas consideradas improcedentes”.</p>
<p>Segundo o MME, “as denúncias apresentadas correspondem, em grande parte, a descontentamentos e frustrações diante dos processos de negociação. Poucas denúncias se atêm a fatos de violação de direitos”.</p>
<p>Conforme o anexo do relatório, a construção de barragem segue as condicionantes do licenciamento ambiental feito pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou por órgãos estaduais do setor. De acordo com o MME, pelo menos 33 condições costumam ser impostas aos licenciamentos, como a prestação de serviço médico e assistência agrônoma, a ampliação de escolas e a criação de programas de geração de renda.</p>
<p>O ministério lembra que as populações atingidas pela construção de barragens são beneficiadas por programas sociais, como a educação de jovens e adultos para 3,5 mil agricultores, o crédito de mais de R$ 323 milhões para a agricultura familiar, além da distribuição de cestas básicas, entre outros projetos.</p>
<p>O Ministério de Minas e Energia participou da comissão especial designada pelo CDDPH para apurar as denúncias do MAB, mas reclama no anexo do relatório que prevaleceu na comissão responsável pela apuração das denúncias  “invariavelmente a posição de integrantes externos ao governo”.</p>
<p>Além do MME, estavam representadas na comissão o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério Público Federal, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e o MAB.</p>
<p>Para o MMA, que também faz ressalvas ao relatório, “algumas afirmações peremptórias requereriam um cuidado maior em sua enunciação. Em particular, as afirmações referentes à coação e ao constrangimento de pessoas, bem como à sonegação, omissão e ao falseamento de informações, que não podem ser feitas sem o devido processo legal”.</p>
<p>O Movimento dos Atingidos por Barragem divulgou carta elogiando o relatório do CDDPH e a publicação do Decreto 7.342, da Presidência da República, que determina a criação do cadastro socioeconômico para identificação da população afetada pelas hidrelétricas.</p>
<p><em>*O repórter viajou a Campo Grande a convite do CDDPH//Edição: Graça Adjuto</em></p>
<div>
<div id="article_19523_1113678_1.0-content-article">
<p><em> </em></p>
<p><em>(Agência Brasil)</em></p>
</div>
</div>
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		<title>Relatório aponta que construção de hidrelétrica viola direitos humanos</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 11:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gilberto Costa &#8211; Repórter da Agência Brasil* Brasília – O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, considera que 16 direitos humanos das populações atingidas por barragens foram “sistematicamente” violados na construção de hidrelétricas. Entre eles estão os direitos à informação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gilberto Costa &#8211; <em>Repórter da Agência Brasil</em>*</p>
<p>Brasília – O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), ligado à Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República, considera que 16 direitos humanos das populações atingidas por barragens foram “sistematicamente” violados na construção de hidrelétricas. Entre eles estão os direitos à informação e à participação, à plena reparação de perda, de ir e vir, de grupos vulneráveis à proteção especial, além dos direitos à educação, saúde, ao ambiente saudável e à moradia adequada.</p>
<p>A violação de direitos foi descrita em relatório feito por comissão especial do CDDPH, aprovado na última reunião do conselho, realizada em Campo Grande (MS) na semana passada. A <strong>Agência Brasil</strong> teve acesso a documento distribuído naquela reunião.</p>
<p>De acordo com o documento, “o padrão vigente de implantação de barragens tem propiciado de maneira recorrente graves violações de direitos humanos, cujas consequências acabam por acentuar as graves desigualdades sociais, traduzindo-se em situações de miséria e desestruturação social, familiar e individual”.</p>
<p>O documento faz mais de 100 recomendações aos governos federal e estaduais (responsáveis pelos licenciamentos ambientais) e aos construtores de hidrelétricas e considera que “a estrutura legal e normativa brasileira contém vários dispositivos de proteção aos direitos humanos das populações e dos indivíduos atingidos pela implantação de barragens […] É possível, entretanto, identificar limitações, omissões ou insuficiências no sistema normativo existente”.</p>
<p>Segundo o sociólogo e economista Carlos Bernardo Vainer, professor do Instituto de Pesquisa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as regras de  licenciamento ambiental são marcadas pelo que chama de “impactologia”, ou seja, “estão fundamentadas nos aspectos ecológicos e a realidade social e histórica e não pode ser pensada à luz de uma concepção ecológica”, pondera. “Por exemplo, se verifica primeiro quais são as áreas atingidas para depois saber os efeitos. Ora, primeiro é preciso saber os efeitos para depois olhar as áreas atingidas. Se já defino as áreas atingidas, já limitei os efeitos, ou seja, só vou ver os efeitos da área que delimitei”.</p>
<p>O professor Vainer fez parte da comissão especial do CDDPH e apresentou o relatório ao conselho. Ele disse à <strong>Agência Brasil</strong> que os erros conceituais desvirtuam as normas de licenciamento. “Há um problema substancial na legislação que dividiu o físico, o biótico e o social. Mas o social não é uma parte das três partes do meio ambiente. O social está embebido no espaço ecológico. Eu não posso tratar do pescador sem tratar do peixe. Eu não posso esquecer que aquele peixe faz parte de uma cadeia não alimentar e ecológica, mas uma cadeia social, com relações produtivas, práticas”, explica.</p>
<p>De acordo com Vainer, o relatório apresentado na última semana está pronto desde fevereiro. A CDDPH criou a comissão especial após ser provocado pelo Movimento de Atingidos por Barragens (MAB) em março de 2006, quando foram apresentadas 74 denúncias de supostas violações de direitos humanos.</p>
<p>A comissão selecionou sete barragens para fazer o trabalho de campo e entrevistas com atingidos e empreendedores: Tucuruí (PA), Fumaça (MG), Foz do Chapecó (SC/RS), Emboque (MG), Cana Brava (GO), Aimorés (MG/ES) e o Açude Acauã (PB).</p>
<p>Os ministérios de Minas e Energia (MME) e do Meio Ambiente (MMA) fazem ressalvas ao relatório aprovado. No anexo do documento, o MME destaca que “não foi realizada nenhuma pesquisa sociológica” que permitisse a conclusão e a “generalização” de que são recorrentes as violações de direitos humanos na construção de hidrelétricas. Já o MMA considera “inadequada” a responsabilização das empresas e dos órgãos governamentais por causa das “lacunas na legislação”.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> tentou ouvir a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mas até agora não obteve resposta.</p>
<p>*O repórter viajou a Campo Grande a convite do CDDPH//<em>Edição: Graça Adjut</em>o</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Rio Corumbataí recebe 10 mil alevinos</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 23:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta terça-feira, 28, foi o Dia do Rio Corumbataí, data instituída pela Lei Municipal nº 3886, de autoria do então vereador Agnelo da Silva Matos Neto, que estabeleceu normas e diretrizes para a recuperação e preservação dos recursos hídricos e áreas de preservação da Bacia Hidrográfica do Rio Corumbataí. A comemoração da data ocorreu no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/peixes01.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-30314" title="peixes01" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/peixes01-1024x725.jpg" alt="" width="500" height="354" /></a></p>
<p>Esta terça-feira, 28, foi o Dia do Rio Corumbataí, data instituída pela Lei Municipal nº 3886, de autoria do então vereador Agnelo da Silva Matos Neto, que estabeleceu normas e diretrizes para a recuperação e preservação dos recursos hídricos e áreas de preservação da Bacia Hidrográfica do Rio Corumbataí. A comemoração da data ocorreu no sábado, 25, no pesque-pague das Palmeiras, reunindo a comunidade da Bacia Hidrográfica do Corumbataí, produtores rurais, ambientalistas e autoridades.</p>
<p>Os participantes presenciaram o lançamento de 10.000 alevinos de lambari e “cará” nas águas do rio, doados pelo proprietário do pesqueiro Corumbá-taí, que foi um dos apoiadores do evento.</p>
<p>Esta é o terceiro ano de criação do Dia do Rio Corumbataí, organizado pelo Instituto de Proteção Sócio Ambiental (IPSA), com apoio da prefeitura de Rio Claro, Daae, Consórcio PCJ, Comitês PCJ, Foz do Brasil, Pesque-Pague Corumbá-taí e CEA-Unesp. A bacia hidrográfica em questão abrange os municípios de Rio Claro, Itirapina, Analândia, Corumbataí, Charqueada, Ipeúna, Santa Gertrudes e Piracicaba.</p>
<p>A bacia ocupa área de 170 mil hectares, abastece diretamente 500 mil pessoas e, indiretamente, outros cinco milhões de habitantes. Seu principal rio é o Corumbataí, que nasce em Analândia, na Serra de Santana e percorre 130 km, tendo sua foz no bairro Santa Terezinha, em Piracicaba.</p>
<p>Willy Werner Grassmann Bóbbo, do Daae, é um dos idealizadores do projeto e coordenou a realização anual do evento. O secretário municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente, Milton Machado Luz, participou das comemorações no sábado e representou o prefeito Du Altimari e a vice-prefeita Olga Salomão. “A cada ano a população adquire uma percepção mais acentuada sobre a responsabilidade que as pessoas têm com o meio ambiente, e a comemoração do Dia do Rio Corumbataí traduz exatamente este compromisso dos cidadãos com um futuro melhor para a natureza”, afirmou o secretário.</p>
<p>Presentes às comemorações também o secretário municipal da Habitação, Agnelo da Silva Matos Neto, o presidente do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) Waldemar Bóbbo, o coordenador de projetos do Consórcio PCJ, Alexandre Luis A. Vilela, o presidente do Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA) Corumbataí-Piracicaba, Luiz Sertório Teixeira, o coordenador do Programa de Proteção de Mananciais (PMM) do Consórcio PCJ, Guilherme Amstalben Valarini e o superintendente do Daae de Rio Claro, Geraldo Pereira.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reflexões sobre o &#8220;Dia da Árvore&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 14:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[(Aldo Demarchi) Comemora-se em 21 de setembro o Dia da Árvore, que simboliza o verde de nossa natureza e anuncia o início da Primavera. O Dia da Árvore nos convoca a diversas reflexões. Uma delas é sobre quantas vezes paramos realmente durante alguns minutos do nosso dia-a-dia para pensar sobre as árvores e sua importância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/ipe-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-29939" title="ipe 2" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/09/ipe-2.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>(Aldo Demarchi)</strong></p>
<p>Comemora-se em 21 de setembro o Dia da Árvore, que simboliza o verde de nossa natureza e anuncia o início da Primavera.</p>
<p>O Dia da Árvore nos convoca a diversas reflexões. Uma delas é sobre quantas vezes paramos realmente durante alguns minutos do nosso dia-a-dia para pensar sobre as árvores e sua importância para a vida humana.</p>
<p>Nas grandes áreas naturais, elas contribuem para o equilíbrio entre o gás carbônico e o oxigênio na atmosfera, enquanto nas áreas urbanas, além do enriquecimento visual que emprestam à paisagem, amenizam o excesso de calor. Suas formas e flores coloridas formam composições de rara beleza, sendo ainda ponto de atração para pássaros, borboletas e outros animais.</p>
<p>Sem as árvores, a vida ficaria mais difícil, pois são indispensáveis para evitar a erosão do solo, proteger os mananciais e as margens dos rios, fornecer madeira para construção e energia, entre outras utilidades. Isso tudo sem esquecer que as árvores são a base de muitos medicamentos, além de produzir frutos e sementes que alimentam os seres vivos do Planeta.</p>
<p>Será, entretanto, que o homem dá o real valor que essa riqueza natural merece?</p>
<p>Infelizmente não, pois ao longo de todo o Planeta, o que inclui o Brasil, as árvores têm sido impiedosamente eliminadas e devastadas.</p>
<p>São símbolos dessa devastação vários ecossistemas importantes como a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica.</p>
<p>É importante lembramos que apenas cerca de 500 anos atrás o território do Brasil era coberto por densas florestas e ecossistemas como os citados anteriormente.</p>
<p>Hoje, temos uma Amazônia devastada, onde são desmatados milhares de quilômetros quadrados todos os anos. A Mata Atlântica, que no Estado de São Paulo cobria 81% do território, no ano 2000 apresentava valores menores do que 8%. Vejam, senhores, menos de 8%. E o Cerrado tem sido tão desmatado, que atualmente preocupa até mais do que a Amazônia. Esse desmatamento foi provocado pelas mais diversas razões, com destaque para a formação de pastagens, monoculturas extensas como a soja e produção de carvão vegetal.</p>
<p>É importante frear esses desmatamentos quase incontroláveis, mas, ainda assim, devemos nos orgulhar da existência de áreas protegidas, parques estaduais e municipais, e cidades como João Pessoa, na Paraíba, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, que exibem índices urbanos de vegetação incomparáveis.</p>
<p>Ao saudar o Dia da Árvore, preocupado com o desmatamento e as queimadas, mas alimentando imensas esperanças, reafirmo o compromisso de defender as árvores e incentivar ações voltadas à recuperação do nosso verde.</p>
<p><em>(*Aldo Demarchi é deputado estadual e segundo secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de São Paulo)</em></p>
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		<title>Serviços de paisagismo na rodoviária de Rio Claro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:15:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A prefeitura de Rio Claro iniciou o projeto de paisagismo no entorno do prédio da do Terminal Rodoviário Intermunicipal, na Avenida Tancredo Neves. Sob a responsabilidade de Osmar Ribeiro, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Silvicultura, que também respondeu pelos projetos paisagísticos implantados em frente ao Shopping, na entrada da Floresta Estadual Edmundo Navarro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/08/rodoviária.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28365" title="rodoviária" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/08/rodoviária.jpg" alt="" width="270" height="351" /></a></p>
<p>A prefeitura de Rio Claro iniciou o projeto de paisagismo no entorno do prédio da do Terminal Rodoviário Intermunicipal, na Avenida Tancredo Neves. Sob a responsabilidade de Osmar Ribeiro, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Silvicultura, que também respondeu pelos projetos paisagísticos implantados em frente ao Shopping, na entrada da Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade e na rotatória da Rua 14, a revitalização paisagística prevê várias intervenções.</p>
<p>Uma delas consiste na retirada da camada superficial do solo que se localiza nas imediações do ponto de ônibus existente na avenida, ao lado do Terminal. “A remoção se justifica porque o solo, ali, é pobre em nutrientes e precisa ser renovado para assegurar o desenvolvimento das espécies que serão plantadas naquele espaço”, justificou Osmar. Esta etapa do serviço, a propósito, já está em andamento, bem como já foram plantadas algumas palmeiras, da variedade fênix no gramado em frente à fachada da rodoviária. A fênix tem crescimento limitado e mesmo adulta não afetará o visual do prédio. </p>
<p>Além disso, o projeto também prevê a revitalização das floreiras fixas no interior do terminal, que fazem parte do projeto arquitetônico do prédio. “Vamos deixar tudo muito colorido, mas equilibrado, em harmonia com o ambiente”, explica Osmar. O plantio de flores se estenderá também às muretas que margeiam o acesso de pedestres à entrada principal do terminal e privilegiará, ainda, a área nos fundos das plataformas de embarque, onde há várias primaveras – de diferentes tonalidades – coladas à cerca existente.</p>
<p>Segundo Osmar, o trabalho será rápido, com previsão de término possivelmente ainda este mês ou início de setembro.</p>
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		<title>Igreja Messiânica e Fundação Mokiti Okada apoiaram Congresso de Direito Ambiental</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 13:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição desse ano do Congresso Internacional de Direito Ambiental e os demais eventos que ocorrem simultaneamente reuniram cerca de 600 pessoas promotores de Justiça, procuradores, advogados, professores e estudantes de Direito de várias partes do Brasil e outros países, nos dias 22 e 26 de maio na sede central da Igreja Messiânica Mundial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/congressodireitoambiental.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-25353" title="congressodireitoambiental" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2010/05/congressodireitoambiental.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a></p>
<p>A edição desse ano do Congresso Internacional de Direito Ambiental e os demais eventos que ocorrem simultaneamente reuniram cerca de 600 pessoas promotores de Justiça, procuradores, advogados, professores e estudantes de Direito de várias partes do Brasil e outros países, nos dias 22 e 26 de maio na sede central da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, em São Paulo.</p>
<p>Organizado pelo Instituto &#8220;O Direito por um Planeta Verde&#8221;, a atividade conta com o apoio da IMMB e da Fundação Mokiti Okada. Uma inovação neste ano foi à transmissão on-line de todos os Congressos pelo site do Planeta Verde.</p>
<p>No dia 24, durante a cerimônia de abertura do 14.º Congresso Internacional de Direito Ambiental&#8221; e o 5.º Congresso de Direito Ambiental dos Países de Língua Portuguesa e Espanhola estiveram presentes o presidente da FMO, Rogério Hetmanek, da Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Antônio Herman Benjamin,do presidente do Instituto &#8220;O Direito por um Planeta Verde&#8221;, Carlos Teodoro Irigaray, o diretor da Escola Nacional da Magistratura, Eladio Lecey, e a procuradora de Justiça, Silvia Cappelli.</p>
<p>O homenageado desse ano foi o professor e escritor, Leonardo Boff. com o propósito de agradecer a grande contribuição que os seus escritos vêm dando ao Direito Ambiental brasileiro.</p>
<p>Com o tema principal &#8220;Florestas, Serviços Ecológicos e Mudanças Climáticas&#8221;, o evento reúne também o 15º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental,</p>
<p>Nos dias 22 e 23 últimos, foi realizado o 5º Congresso de Estudantes de Direito Ambiental (Graduação e Pós-Graduação), também na sede central. Durante o encerramento do encontro, o vice-presidente da Fundação Mokiti Okada, Agner Bastoni, esteve presente na premiação das melhores teses apresentadas pelos alunos com relação ao Direito Ambiental.</p>
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		<title>Um tour pela Alemanha em prol do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[  (Por Carolina Arruda Buarque de Gusmão*) Ao longo da graduação em engenharia ambiental, fui, por três anos, aluna de iniciação científica da professora Dra. Leonie Asfora Sarubbo, na Universidade Católica de Pernambuco. Neste período, desenvolvi o projeto intitulado “Produção e Caracterização de Biossurfactante de Baixo Custo para Remediar Solos Contaminados por Petróleo e Derivados”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>(Por Carolina Arruda Buarque de Gusmão*)<br />
Ao longo da graduação em engenharia ambiental, fui, por três anos, aluna de iniciação científica da professora Dra. Leonie Asfora Sarubbo, na Universidade Católica de Pernambuco. Neste período, desenvolvi o projeto intitulado “Produção e Caracterização de Biossurfactante de Baixo Custo para Remediar Solos Contaminados por Petróleo e Derivados”, com o objetivo de propor a construção de um modelo de remediação de solo contaminado utilizando um detergente biológico.<br />
Soube que as inscrições para o &#8220;Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais&#8221; estavam abertas por meio de um e-mail enviado a mim por minha orientadora. Nele constavam todas as informações técnicas sob a inscrição e uma frase escrita por ela, que dizia assim: “Se inscreva, acredito em você, você tem perfil e potencial”. Acreditei nesta frase e fiz a inscrição.<br />
No dia 12 de setembro, recebi a informação que eu havia sido uma das selecionadas e fui convocada para  uma entrevista em inglês, no dia seguinte. Após a entrevista, tive a confirmação que eu era, de fato, uma das vencedoras do prêmio. Acredito que meu projeto tenha sido escolhido por apresentar uma preocupação com a contaminação dos recursos naturais, uma questão bastante relevante nos dias de hoje.<br />
Embarquei no dia 31 de outubro de 2008 de Recife (PE) para São Paulo. Fui a única ganhadora da região nordeste do Brasil do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais. Já na capital paulista, me encontrei com os demais vencedores brasileiros, que me acompanhariam à Alemanha. Neste momento, minha cabeça já estava a mil! Quantas expectativas, ansiedade, não sabia o que eu encontraria por lá.<br />
No dia seguinte, Rachel, Érico, Lívia e eu, os quatro vencedores da edição 2008 do programa, a Julia, representante da Bayer Brasil, e o Rogério, jornalista, embarcamos para Munique. A partir de então, seriam 13 dias de convívio com essas pessoas, sem ao menos nos conhecermos direito. Tudo era uma descoberta.<br />
Desembarcamos em Munique no dia 2 de novembro e pegamos a conexão para Leverkusen, cidade onde se encontra a sede mundial da empresa. Durante o percurso, a expectativa crescia a cada segundo. Ao chegar no hotel, tive a primeira surpresa: dividir o quarto com uma jovem do Kenya. O relacionamento com pessoas de outros países, que têm uma cultura tão diferente, é de fato uma das coisas mais interessantes da viagem. Aprendi muitas coisas com isso.<br />
Daí em diante, foram descobertas em cima de descobertas. Fomos muito bem recebidos à noite pelos colaboradores da companhia para um Welcome Dinner (jantar de boas vindas).<br />
No dia seguinte, pela manhã, estávamos prontos para começar o encontro. De ônibus, fomos até o Bayer Communication Center “BayKomm”, um moderno centro de convenções instalado na própria planta da empresa para iniciar as conferências.<br />
Tudo começou com a apresentação de cada um dos representantes dos diversos países participantes. Nessa hora, tive a sensação de que meu corpo todo tremia. A princípio, a apresentação se dá por ordem alfabética e cada ganhador tem que dizer o seu nome e o resumo do seu projeto.<br />
Ao término dessa fase, iniciaram-se as apresentações detalhadas e então tivemos a oportunidade de ouvir as experiências dos representantes da Bayer, da PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) e até de especialistas alemães em relação ao meio ambiente. Nesta palestra, foi apresentado um programa desenvolvido na Alemanha para redução da emissão de carbono para a atmosfera, com objetivos, metas e indicadores. O programa pretende obter, até 2012, emissões zero em toda extensão territorial.<br />
Tivemos a oportunidade, ainda, de visitar a planta industrial da Bayer e de conhecer um centro de triagem de resíduos sólidos. Este foi, para mim, um dos pontos mais positivos da viagem, uma vez que hoje esta é a minha área de atuação. Além disso, os demais ganhadores e eu passeamos no barco que faz o controle ambiental do rio Reno. Este barco possui toda a estrutura de um laboratório móvel para fazer o monitoramento ambiental do rio e faz parte do programa de proteção da Comissão Internacional de Proteção do Reno. Há 23 anos, a água usada para controlar um grande incêndio na fábrica Sandoz, na Suíça, acabou carregando produtos altamente tóxicos para o rio, matando por envenenamento todo s os seres vivos no Alto Reno. Desde então, os governos da região resolveram iniciar sua limpeza. Mais de US$ 15 bilhões foram investidos pelos governos e pela iniciativa privada, desde 1989, na construção de estações de tratamento de água e de monitoramento ao longo de seu curso. Deu certo! Agora, pode-se ver até pessoas pescando no Reno, o que era impossível dez anos atrás.�<br />
Depois de todas as atividades técnicas do cronograma realizadas em Leverkusen, era hora de partir para outra região do País. Porém, antes de ir, ainda tivemos uma despedida em grande estilo: uma festa de gala em um castelo, localizado em Colônia. Durante a comemoração, colocamos os “gringos” para dançar o ritmo que marca a cultura brasileira: o samba. Acredite se quiser, ninguém ficou parado!<br />
No entanto, a viagem ainda não havia acabado. O nosso próximo destino era Berlim. Despedimo-nos dos demais ganhadores do BYEE e pegamos o vôo. Apenas nós, seis brasileiros, havíamos ganhado mais dias para apreciar a cidade, pois foi um presente que recebemos da unidade Brasil.<br />
Ainda hoje, lembro o quanto foi bom poder conviver mais tempo com aquelas pessoas, afinal, depois de 13 dias ao lado delas, conheci todas muito bem e as tratava como se fossem a minha própria família ou amigos de muitos anos. Apesar de ficarmos em quartos separados, passamos todo o tempo juntos. Aproveitamos a oportunidade, fizemos turismo, ouvimos as experiências ambientais da Alemanha e nos divertimos muito!<br />
Encontrei no Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais muito mais do que esperava. Conheci novas culturas, adquiri conhecimentos, fiz grandes amizades e conheci várias pessoas de lugares diferentes, mas com um objetivo em comum: desenvolver técnicas para preservar o meio ambiente para esta e futuras gerações.<br />
Conclui o curso de engenharia ambiental e, hoje, prossigo na minha graduação realizando mestrado em desenvolvimento de processos ambientais, dando continuidade ao mesmo projeto com o qual fui vencedora do BYEE. Além do incentivo acadêmico, certamente, o prêmio que conquistei e a experiência internacional que tive são diferenciais na minha carreira profissional e me colocam em uma posição de destaque no mercado de trabalho.<br />
 </p>
<p> </p>
<p>*Carolina Arruda Buarque de Gusmão, 25 anos – foi vencedora do Programa Bayer Jovens Embaixadores Ambientais em 2008 e hoje atua como engenheira ambiental responsável pelo desenvolvimento de projetos de armazenamento, coleta e destinação final de resíduos sólidos em uma empresa pernambucana</p>
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		<title>Mantida decisão judicial que proíbe queima de cana</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 18:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="conteudo_texto"><img class="alignnone size-full wp-image-7270" title="queimada" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/queimada.jpg" alt="queimada" width="450" height="260" /></div>
<div class="conteudo_texto">A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão judicial que proibiu a queimada de palha como método preparatório para colheita de cana-de-açúcar no interior paulista. A vedação foi estabelecida no julgamento de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público estadual com o objetivo de proteger o meio ambiente e a saúde dos trabalhadores que fazem o corte da planta.</p>
<p>Além de proibir a queima da cana-de-açúcar, a Justiça paulista condenou produtores a pagar indenização correspondente a 4.936 litros de álcool por cada alqueire eventualmente queimado. A decisão foi contestada em recurso interposto pelos produtores, mas o entendimento da primeira instância foi mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).</p>
<p>Descontentes com o resultado do julgamento, os produtores ingressaram com outro recurso no STJ alegando que a decisão violava o artigo 27 do Código Florestal Brasileiro (Lei n. 4.771/65). O dispositivo proíbe o uso de fogo em florestas e outras formas de vegetação, mas prevê uma exceção: autoriza o emprego de fogo se peculiaridades locais ou regionais justificarem tal prática em atividades agropastoris e florestais. Na última hipótese, a lei ressalva que deve haver permissão do Poder Público para a realização da queimada.</p>
<p>Nas razões do recurso, os produtores fizeram uma interpretação extensiva do Código Florestal, argumentando que o artigo 27 abrangeria não somente as queimas relativas a atividades culturais de comunidades protegidas, mas também práticas comerciais organizadas e estruturadas para a produção de insumos em massa.</p>
<p>Essas alegações não foram, no entanto, suficientes para convencer os ministros do STJ. Seguindo precedentes do tribunal e acolhendo os fundamentos do voto do relator do recurso, ministro Humberto Martins, os demais integrantes da Segunda Turma entenderam que, considerando a necessidade de o desenvolvimento ser sustentável, há hoje em dia instrumentos e tecnologias modernos que podem substituir a queimada sem inviabilizar a atividade econômica industrial.</p>
<p>Em seu voto, o ministro relator explicou que a exceção prevista na lei (peculiaridades locais ou regionais) tem o objetivo de compatibilizar dois valores protegidos pela Constituição: o meio ambiente e a cultura, esta última compreendida como o “modo de fazer” de determinada comunidade. Assim, sustentou o ministro, a interpretação do dispositivo não pode abranger atividades agroindustriais ou agrícolas organizadas porque, quando há formas menos lesivas de exploração, o interesse econômico não pode prevalecer sobre a proteção ambiental.</p>
<p>Para o relator, ao ressalvar as peculiaridades locais e regionais, a lei procura proteger de violações a cultura, o modo de vida e a forma de produção agrícola das comunidades. Entretanto, argumentou, não é a atividade industrial a destinatária da exceção legal, uma vez que o setor possui os instrumentos adequados para exploração da atividade agrícola sem causar grandes danos ao meio ambiente.</p>
<p><strong>Danos à saúde e ao meio ambiente</strong></p>
<p>Para fundamentar seu voto, o ministro Humberto Martins se valeu de informações de diversas ciências relacionadas à área ambiental. “A interpretação das normas que tutelam o meio ambiente não comporta apenas, e tão-somente, a utilização de instrumentos estritamente jurídicos”, observou ele. “As ciências relacionadas ao estudo do solo, ao estudo da vida, ao estudo da química, ao estudo da física devem auxiliar o jurista na sua atividade cotidiana de entender o fato lesivo ao Direito Ambiental.”</p>
<p>Citando estudo de um engenheiro florestal do Paraná, o ministro ressaltou que a queima da palha da cana-de-açúcar é extremamente danosa à saúde e ao meio ambiente. A queimada consiste em atear fogo no canavial para destruir cerca de 30% da biomassa (folhas secas e verdes), que não interessam à indústria do açúcar e do álcool.</p>
<p>A queima da palha libera gás carbônico e outros gases na atmosfera nocivos à saúde. Entre o coquetel de substâncias químicas liberados destacam-se os hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), componente altamente cancerígeno. Estudo realizado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) constatou um aumento de HPAs no organismo de cortadores de cana e no ar das imediações de canaviais durante a época de safra da planta. Na safra, quando cortam cana queimada, os trabalhadores ficam expostos à fumaça da queima.</p>
<p>Informações dos autos também mostraram que as condições ambientais de trabalho do cortador de cana queimada são muito piores que as condições de corte da cana crua, pois a temperatura no canavial queimado chega a mais de 45ºC. Além disso, a fuligem do insumo penetra na corrente sanguínea do trabalhador por meio da respiração. Substâncias cancerígenas presentes na fuligem já foram identificadas na urina de cortadores.</p>
<p>As queimadas também causam grande impacto sobre a fauna. Grande número de animais silvestres encontra abrigo e alimento em meio ao canavial, formando ali um nicho ecológico. Informações da polícia ambiental de São Paulo revelam que, após as queimadas nos canaviais, são encontrados muitos animais mortos, moribundos ou abalados pelo calor, fumaça e fogo.</p></div>
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