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	<title>Lide Brasil &#187; Saúde</title>
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	<description>Informação na medida certa</description>
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		<title>Corrida amplia expectativa de vida em 6 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo liderado pelo cardiologista chefe do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague, Peter Schnohr, constatou que a corrida moderada durante uma hora por semana pode aumentar a expectativa de vida em até seis anos. A pesquisa sugere que correr em um ritmo lento ou médio pode reduzir o risco de morte em 44%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/corrida.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-54265" title="corrida" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/corrida.jpg" alt="" width="450" height="326" /></a></p>
<p>O estudo liderado pelo cardiologista chefe do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague, Peter Schnohr, constatou que a corrida moderada durante uma hora por semana pode aumentar a expectativa de vida em até seis anos.<br />
A pesquisa sugere que correr em um ritmo lento ou médio pode reduzir o risco de morte em 44%, fazendo com que os homens vivam, em média, 6,2 anos a mais e as mulheres, 5,6 anos. Os resultados desafiam estudos anteriores sobre o esporte, que questionavam se a prática era saudável ou perigosa para o organismo.<br />
O estudo, denominado Copenhagen City Heart, foi divulgado durante o fórum internacional de Cardiologia Preventiva EuroPRevent2012, em Dublin. Os pesquisadores avaliaram cerca de 20 mil homens e mulheres entre 20 e 93 anos e anularam as hipóteses de que correr faz mal para a saúde. Ao contrário disso, a prática melhora a captação de oxigênio, reduz a  HYPERLINK &#8220;http://www.minhavida.com.br/temas/press%C3%A3o-arterial&#8221; \t &#8220;_blank&#8221; pressão arterial, previne a  HYPERLINK &#8220;http://www.minhavida.com.br/saude/temas/61-obesidade&#8221; \t &#8220;_blank&#8221; obesidade e melhora a função cardíaca e psicológica.<br />
De acordo com os especialistas, a corrida também oferece inúmeros benefícios para a saúde, como aumentar os níveis de oxigênio e a sensibilidade à insulina e equilibrar os níveis de lipídios no corpo.<br />
Para praticar o esporte sem contratempos e evitar situações que comprometam a performance é importante primeiramente ter um calçado adequado. O tênis não pode ser apertado e tem de ser adequado para corrida.<br />
Outro cuidado é para evitar a cãibra. Os principais fatores que desencadeiam a dor no músculo é a desidratação, fadiga muscular, carência de algum mineral importante no organismo (como sódio, magnésio e potássio, perdidos na transpiração), excesso de treino. Por isso é importante manter a hidratação com água, sucos e isotônicos.<br />
Quer começar?<br />
Uma boa técnica para quem está começando a correr é alterar a corrida com momentos de caminhada para ter uma breve recuperação. Por exemplo: faça 3 minutos de trote e dois minutos de caminhada. Essa alternância ajuda o atleta a prolongar a atividade aeróbia, que trabalha o sistema cardiovascular e respiratório, além de proporcionar um melhor desempenho da musculatura trabalhada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Fonte: Minha Vida)</p>
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		<title>Rio Claro registra 130 casos de dengue no ano</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 19:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor de Vigilância Epidemiológica de Rio Claro aponta um total de 130 casos de dengue ocorridos no município em 2012. São 122 autóctones e oito importados. A Fundação Municipal de Saúde atua de diferentes formas para conscientizar a população e eliminar o mosquito da dengue. Os agentes de saúde do Centro de Controle de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de Vigilância Epidemiológica de Rio Claro aponta um total de 130 casos de dengue ocorridos no município em 2012. São 122 autóctones e oito importados.</p>
<p>A Fundação Municipal de Saúde atua de diferentes formas para conscientizar a população e eliminar o mosquito da dengue. Os agentes de saúde do Centro de Controle de Zoonoses fazem visitas às residências e orientam a população sobre a doença, além de procurar e eliminar possíveis criadouros.</p>
<p>São feitos mutirões, tratamento de pontos estratégicos e vistorias de imóveis com grande circulação de pessoas e materiais que possam acumular água. Já o departamento de Informação, Educação e Comunicação realiza palestras, distribuição de folhetos e cartazes informativos por toda a comunidade.</p>
<p>O Centro de Controle de Zoonoses ressalta que, neste momento, é importante que a sociedade esteja consciente da responsabilidade que todos devem ter e indica atitudes preventivas como não jogar lixo em terrenos, ruas e calçadas e eliminar qualquer recipiente que possa acumular água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Assessoria de Imprensa PMRC)</p>
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		<title>Sábado tem vacinação para idoso no Senac</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 12:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Com objetivo de imunizar a população, a Fundação de Saúde de Rio Claro realiza neste sábado, 12, um plantão especial no Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) para vacinação contra a gripe e tétano. A equipe estará no local das 9 às 13 horas. Na sala de vacinação serão aplicadas as vacinas contra a gripe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://imprensa.rioclaro.sp.gov.br/wp-content/uploads/2012/05/vacinacaiidosos.jpg"><img src="http://imprensa.rioclaro.sp.gov.br/wp-content/uploads/2012/05/vacinacaiidosos-300x274.jpg" alt="" width="300" height="274" /></a></p>
<p>Com objetivo de imunizar a população, a Fundação de Saúde de Rio Claro realiza neste sábado, 12, um plantão especial no Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) para vacinação contra a gripe e tétano. A equipe estará no local das 9 às 13 horas.</p>
<p>Na sala de vacinação serão aplicadas as vacinas contra a gripe e contra o tétano em idosos e gestantes. Não será feita a vacinação em crianças neste dia. O Senac está localizado na avenida dois, 720, Centro.</p>
<p>A campanha de vacinação contra a gripe vai até 25 de maio e a imunização pode ser feita de segunda a sexta-feira em todas as unidades de saúde da rede municipal. A meta de vacinação em Rio Claro é de aproximadamente 28.000 doses da vacina, incluindo todos os grupos contemplados.</p>
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		<title>Pesquisa revela discriminação no atendimento</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisas conduzidas nos últimos 25 anos pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp apontam que a discriminação racial presente na sociedade determina diferentes padrões de atendimento e tratamento de saúde para a população negra no país. Cenários referentes a nascimentos prematuros, mortalidade infantil, adulta e materna, morbidade, entre outros, apresentam altas disparidades quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/saúdenegros.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-54086" title="saúdenegros" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/saúdenegros.jpg" alt="" width="350" height="629" /></a><br />
Pesquisas conduzidas nos últimos 25 anos pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp apontam que a discriminação racial presente na sociedade determina diferentes padrões de atendimento e tratamento de saúde para a população negra no país.</p>
<p>Cenários referentes a nascimentos prematuros, mortalidade infantil, adulta e materna, morbidade, entre outros, apresentam altas disparidades quando relacionados à raça e cor. “Existe uma posição de desvantagem da população negra com relação à população branca justificada por uma condição social inferior, mas não explicada toda e somente por isso. Tem um componente de discriminação racial também”, sustenta a socióloga, demógrafa e professora Estela Maria Garcia Pinto da Cunha, coordenadora do Nepo.</p>
<p>“Apesar do histórico de vulnerabilidade social em que viveram e vivem os negros, desde a época da escravatura, estudos mostram que mesmo controlando variáveis socioeconômicas, como renda e educação, existe, na saúde, um diferencial quando os comparamos aos brancos. Há um efeito racial, sim”, enfatiza a estudiosa, responsável por linhas de pesquisas e investigações inéditas nesta área.</p>
<p>Pioneiro no país na abordagem étnica e racial na demografia, o Nepo vem subsidiando nos últimos 25 anos a implementação de programas e políticas públicas para reverter este cenário, que se comprova com números oficiais do Ministério da Saúde (MS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O risco de morte por desnutrição é, por exemplo, 90% maior entre crianças negras do que entre brancas (MS, 2005). E a chance de morrer por tuberculose, entre adultos, é 70% maior nesta mesma comparação. Ainda de acordo com as estatísticas, o índice de mulheres que passam por mais de seis consultas no pré-natal é de 62% entre mães de nascidos vivos brancos e de apenas 37% entre mães de nascidos vivos negros. As seis consultas de pré-natal são a recomendação mínima da Organização Mundial da Saúde (OMS).  Ademais, a mortalidade de crianças negras até 5 anos de vida é de 36 por mil, diminuindo para 28 por mil ao se tratar de crianças brancas (IBGE, 2006).</p>
<p>Tais dados – analisados, comparados e explicitados pelos pesquisadores do Núcleo – têm alertado movimentos sociais e o governo para a formulação e execução de políticas públicas e programas cujo objetivo principal é a equidade de raça e cor da população no sistema de saúde do país. “Começamos, entre 1985 e 1986, um projeto de demografia pioneiro no país sobre a dinâmica da população negra. Nele, foram pesquisadas a mortalidade infantil, a nupcialidade e a fecundidade da população negra, sempre comparando com a população branca. E aí começam a ser observadas diferenças de comportamento demográfico. A estimativa de mortalidade infantil começa, por exemplo, a provocar uma discussão junto com o movimento negro, que passa a reivindicar a introdução do quesito raça/cor nos bancos de informações de saúde”, lembra a demógrafa e doutora em saúde coletiva, que atua desde 1985 na Unicamp.</p>
<p>A apresentação e o peso destes primeiros dados levaram o Nepo a ser requerido nacionalmente, contextualiza Estela da Cunha, que integra desde 2004, ao lado da demógrafa Elza Berquó, o Comitê Técnico de Saúde da População Negra, do Ministério da Saúde.</p>
<p>A partir desta linha de pesquisa, os movimentos sociais organizados começam a discutir com os estudiosos do Núcleo as melhores formas de coleta e análise das informações com o recorte étnico-racial. “Eles acompanham este processo junto com a academia. Formam-se, então, comitês nacionais, estaduais e municipais de saúde da população negra, da qual o Nepo passa a fazer parte. Nós também apoiamos uma demanda por uma política nacional subsidiando o processo com evidências de iniquidade e racismo no tratamento da população negra no sistema de saúde”, evoca Estela da Cunha.</p>
<p>A socióloga refere-se à Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que traz como marca o reconhecimento do racismo, das desigualdades étnico-raciais e do racismo institucional como determinantes sociais para as condições de saúde dos negros no país. A Política, aprovada em 2006 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), é uma resposta do governo federal às desigualdades em saúde da população negra. “Esta é a política pública que tem que ser cumprida. Ela enumera os objetivos e estratégias em todo o sistema de saúde para se chegar a uma igualdade racial”, acentua.</p>
<p>A demógrafa também cita a criação, em 2003, pelo governo federal, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) como outro importante marco para os avanços da equidade racial no país. “A Seppir passa a atuar de modo transversal em todas as esferas do governo. Sua criação representa uma conquista muito importante do movimento negro”, evidencia.</p>
<p>Apesar dos avanços, Estela da Cunha reconhece que o desafio ainda é grande, sobretudo em uma sociedade na qual a desigualdade racial sempre foi silenciosa e não declarada: “O primeiro fator para superamos essas desigualdades é o reconhecimento do racismo”, conclui. “E, no campo da saúde, a implementação plena das políticas específicas. O Sistema Único de Saúde [SUS] deve continuar com sua política universal, mas também tem de estar atento às especificidades da população negra”, acrescenta.</p>
<p>Várias doenças e agravos prevalentes na população negra merecem abordagem específica na saúde, de acordo com a pesquisadora. Entre as geneticamente determinadas estão a anemia falciforme e a deficiência de glucose-6-fosfato desidrogenase (G6PD). Há também as adquiridas em condições desfavoráveis e de tratamento dificultado, entre as quais a desnutrição, tuberculose, hipertensão arterial, diabetes melito e abortos sépticos. A Política Nacional já reconhece que o SUS deve oferecer tratamento diferenciado à população negra para tais doenças e agravos.</p>
<p>Transição</p>
<p>A transição demográfica pela qual o Brasil vem passando, com a queda na taxa de fecundidade feminina, também se mantém com diferenciais raciais entre brancos e negros, como demonstra o Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil de 2009-2010, produzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a colaboração de pesquisadores do Nepo. O relatório cobre o período de 1986 a 2008.</p>
<p>Em 1986, a Taxa de Fecundidade Total (TFT) das mulheres brancas era 34% inferior à das pretas e pardas. O TFT caiu para 29% em 1993 e 25% em 2008. “Verifica-se uma tendência de aproximação, mas, ao mesmo tempo, se mantém certo diferencial”, analisa Estela da Cunha.</p>
<p>De acordo com ela, dentre os possíveis condicionantes para a manutenção deste diferencial estão as desigualdades no acesso aos serviços de saúde da mulher, o acesso a contraceptivos e a capacidade de negociação da mulher negra com relação ao uso destes métodos com seus parceiros.</p>
<p>Pesquisas e capacitação desencadeiam efeito multiplicador</p>
<p>Em 1996, o Nepo conduziu projeto de pesquisa de caráter multicêntrico sobre morbimortalidade feminina. O projeto foi realizado por centros de pesquisas de várias regiões do país e produziu efeito multiplicador na pesquisa científica brasileira, conforme Estela da Cunha. “Estabelecemos intercâmbios com centros de pesquisa ou equipes de pesquisadores nas diversas unidades da Federação com o objetivo de capacitar recursos humanos para estudos sobre a saúde da mulher. Foi uma experiência muito rica, com um efeito multiplicador bastante efetivo”, relata.</p>
<p>Também nesta linha, o Núcleo realizou, em 2008, o primeiro Curso de Metodologia de Pesquisa em Saúde da População Negra, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. O objetivo foi capacitar trabalhadores do SUS e integrantes de movimentos sociais de modo a estimular o desenvolvimento de pesquisa empírica nesta área. “O curso também foi pioneiro, embora não tenha tido um impacto nacional como projeto de saúde reprodutiva. Foi uma experiência inovadora porque instrumentalizava com técnicas metodológicas os profissionais para melhorar a cobertura e qualidade da coleta e aprofundar a investigação sobre a saúde da população negra”, explicou. O Nepo ainda desenvolveu dois módulos de Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, estudo que foi coordenado por Elza Berquó no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).</p>
<p>(Fonte: Jornal da Unicamp)</p>
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		<title>Incentivos para transplantes de órgãos e medula</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 14:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; O governo quer aumentar o número de transplantes de órgãos e de medula óssea no país. Para isso, duas portarias do Ministério da Saúde com normas de estímulo aos hospitais foram publicadas hoje (3) no Diário Oficial da União. O setor de transplantes ganha reforço com a criação de incentivos financeiros para hospitais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; O governo quer aumentar o número de transplantes de órgãos e de medula óssea no país. Para isso, <a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=03/05/2012&amp;jornal=1&amp;pagina=31&amp;totalArquivos=120" rel="nofollow">duas portarias do Ministério da Saúde</a> com normas de estímulo aos hospitais foram publicadas hoje (3) no <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>O setor de transplantes ganha reforço com a <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-04-26/ministerio-da-saude-amplia-em-ate-60-repasse-para-unidades-hospitalares-que-fazem-transplantes">criação de incentivos financeiros para hospitais</a> que realizem cirurgias na rede pública de saúde. O valor disponível para o custeio dessa iniciativa pode chegar a R$ 217 milhões este ano.</p>
<p>De acordo com as novas regras, os hospitais que fazem quatro ou mais tipos de transplantes – se cumprirem os indicadores definidos pela portaria &#8211; poderão receber um incentivo de até 60% em relação ao gasto com os procedimentos de transplantes já pagos pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Para os hospitais que fazem três tipos de transplantes, o recurso será 50% a mais do que o pago atualmente. As unidades que fazem dois ou apenas um tipo de transplante receberão 40% e 30% acima do valor, respectivamente.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a ideia é aumentar o incentivo de acordo com a quantidade e a complexidade dos transplantes. Além do pagamento pelo transplante, o incentivo poderá servir para manter por mais tempo um paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), se for o caso.</p>
<p>Os hospitais que fazem transplante de rim terão um reajuste específico de 30% para estimular a realização dos procedimentos e a redução do número de pessoas que aguardam pelo órgão. O valor pago para transplantes de rim de doador falecido sobe de R$ 21,2 mil para R$ 27,6 mil. Nos casos de transplante de rim de doador vivo, o valor sobe de R$ 16,3 para R$ 21,2 mil.</p>
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		<title>Pressão alta eleva risco de AVC para idosos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Um aumento na pressão sanguínea durante a meia-idade aumenta significativamente o risco de ter um ataque cardíaco ou AVE (acidente vascular encefálico, popularmente conhecido como derrame ou AVC) na velhice, de acordo com estudo da Northwestern Medicine, nos Estados Unidos. A pesquisa oferece um novo entendimento sobre a importância de manter a pressão arterial baixa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/pressao-media_11209_242_427.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53871" title="pressao-media_11209_242_427" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/pressao-media_11209_242_427.jpg" alt="" width="427" height="242" /></a></p>
<p>Um aumento na pressão sanguínea durante a meia-idade aumenta significativamente o risco de ter um ataque cardíaco ou AVE (acidente vascular encefálico, popularmente conhecido como derrame ou AVC) na velhice, de acordo com estudo da Northwestern Medicine, nos Estados Unidos. A pesquisa oferece um novo entendimento sobre a importância de manter a pressão arterial baixa já no início de meia-idade, para prevenir doenças cardíacas mais tarde.</p>
<p>O estudo usou dados de 61.585 participantes do Cardiovascular Lifetime Risk Pooling Project. A primeira medição da pressão sanguínea desses voluntários foi aos 41 anos e, depois, aos 55 anos. Os estudiosos seguiram os pacientes até que ocorresse um primeiro ataque cardíaco, AVE, morte ou até que eles chegassem aos 95 anos.</p>
<p>Ao final do estudo, descobriu-se que homens que desenvolveram pressão alta na meia-idade ou que já a tinham antes do início do estudo possuem risco de 70% de terem AVE ou ataque cardíaco, comparado ao risco de 41% daqueles que mantiveram a pressão sanguínea baixa ou que a pressão diminui ao longo do período de estudo. Já as mulheres que desenvolveram hipertensão tiveram quase 50% de risco de ter as doenças cardíacas supracitadas, comparado a 22% de risco entre aquelas que mantiveram a sua pressão sanguínea baixa ou que perceberam um declínio dela.</p>
<p>Homens, geralmente, têm 55% de chances de desenvolver doenças cardiovasculares durante a vida, enquanto as mulheres têm 40% de risco. Para os pesquisadores, o estudo sugere que as pessoas devem se prevenir desde cedo, para que possam diminuir as chances de ter doenças cardíacas ao longo da vida.<br />
Hipertensão é a principal causa de insuficiência cardíaca e AVE</p>
<p>A pressão arterial é a força que o sangue exerce contra as paredes das artérias. Cada vez que o coração bate e bombeia sangue, sua pressão estará mais elevada, o que se chama pressão arterial sistólica. Quando o coração está em repouso, entre um batimento e outro, a pressão sanguínea diminui, é a chamada pressão diastólica.</p>
<p>A pressão arterial elevada aumenta diretamente o risco de doença cardíaca coronariana o que leva ao ataque cardíaco e acidente vascular encefálico, especialmente se junto com outros fatores de risco. A hipertensão geralmente não apresenta sintomas, mas pode causar problemas graves, como insuficiência cardíaca e renal. É fácil controlar a pressão arterial através de um estilo de vida saudável e, se necessário, do uso de medicação.</p>
<p>A hipertensão pode ocorrer em crianças ou adultos, mas é mais comum em pessoas de meia-idade e idosos, obesos e alcoólatras. Pessoas com diabetes ou doença renal também têm pressão alta com mais frequência. Segundo o cardiologista do Instituto do Coração (Incor) Bruno Caramelli, a hipertensão arterial não é um gatilho para insuficiência cardíaca e derrame cerebral, mas sim o principal fator de risco. &#8220;Nos hipertensos há uma hipertrofia (aumento de tamanho) do coração para que consiga bombear o sangue pra frente mais facilmente&#8221;, explica.</p>
<p>Se o órgão não dá conta de bombear todo o sangue, há o que chamamos de insuficiência cardíaca. Um dos sintomas mais comuns é a dificuldade de respirar, uma vez que o coração está inchado e rouba mais espaço dos pulmões. O especialista também lembra que a predisposição genética é outro fator determinante para a doença hipertensão arterial.</p>
<p>Por ser uma condição silenciosa, quase sem nenhum sintoma, a melhor indicação é para que as avaliações da pressão arterial se iniciem ainda durante a infância.</p>
<p>Com um teste simples, rápido e indolor é possível detectar a hipertensão no mesmo instante. E ela pode ser controlada. Porém, não apenas medicamentoso, o tratamento deve incluir: perda de peso, abandono do hábito de fumar ou beber álcool, adoção de uma dieta com pouco teor de gordura e sal, além de exercícios físicos.</p>
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		<title>Registrados 71 casos de dengue em Rio Claro</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 12:56:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor de Vigilância Epidemiológica de Rio Claro aponta um total de 71 casos de dengue ocorridos no município. Sete casos são importados. O Centro de Controle de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde atua de diferentes formas para conscientizar a população e eliminar o mosquito da dengue. Os agentes de saúde fazem visitas às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/dengue-6menor.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53750" title="dengue-6menor" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/dengue-6menor.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>O setor de Vigilância Epidemiológica de Rio Claro aponta um total de 71 casos de dengue ocorridos no município. Sete casos são importados.</p>
<p>O Centro de Controle de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde atua de diferentes formas para conscientizar a população e eliminar o mosquito da dengue. Os agentes de saúde fazem visitas às residências e orientam a população sobre a doença, além de procurar e eliminar possíveis criadouros. O trabalho acontece inclusive nos finais de semana, na tentativa de encontrar os moradores que estiveram ausentes durante a semana, quando ocorrem as visitas de rotina. São feitos mutirões, tratamento de pontos estratégicos e vistorias de imóveis com grande circulação de pessoas e materiais que possam acumular água. Já o departamento de Informação, Educação e Comunicação realiza palestras, distribuição de folhetos e cartazes informativos por toda a comunidade.</p>
<p>Há também integração das secretarias municipais para atividades conjuntas e apoio das imobiliárias para vistorias em imóveis desocupados.</p>
<p>O CCZ ressalta que é importante que a sociedade esteja consciente da responsabilidade que todos devem ter e indica atitudes preventivas como não jogar lixo em terrenos, ruas e calçadas e eliminar qualquer recipiente que possa acumular água.</p>
<p>(Assessoria de Imprensa PMRC)</p>
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		<title>Palmirinha está na campanha sobre vacina</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Personalidade carismática da televisão, Palmirinha Onofre será a estrela da campanha de vacinação contra a gripe no Estado de São Paulo. Aos 80 anos, Vovó Palmirinha, como agora quer ser chamada, vai estar em folderes e cartazes que o governo paulista distribuirá para os postos de saúde, farmácias, hospitais, supermercados, terminais de ônibus e estações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/palmirinha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-53679" title="palmirinha" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/palmirinha.jpg" alt="" width="270" height="405" /></a></p>
<p>Personalidade carismática da televisão, Palmirinha Onofre será a estrela da campanha de vacinação contra a gripe no Estado de São Paulo. Aos 80 anos, Vovó Palmirinha, como agora quer ser chamada, vai estar em folderes e cartazes que o governo paulista distribuirá para os postos de saúde, farmácias, hospitais, supermercados, terminais de ônibus e estações de metrô, entre outros locais.</p>
<p>A apresentadora e culinarista abriu mão do cachê para ser garota-propaganda da campanha realizada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo a partir do dia 5 de maio. A Secretaria pretende imunizar 5,3 milhões de paulistas contra a gripe até 25 de maio. O número corresponde à meta de 80% dos 6,6 milhões de idosos com 60 anos ou mais, gestantes, crianças a partir de seis meses e menores de dois anos, indígenas e profissionais de saúde do Estado.</p>
<p>Para garantir abrangência da imunização, a campanha contará com mais de sete mil postos de vacinação, entre fixos e volantes, além de 3,5 mil veículos, 32 ônibus e cinco barcos. Ao todo serão 41,6 mil profissionais da área da saúde, estaduais e municipais, envolvidos.</p>
<p>Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, a campanha também vacinará a parcela da população participante contra outros 2 tipos do vírus influenza – A (H3N2) e B. A Secretaria de Saúde reforça que a vacina não provoca gripe nas pessoas que tomarem a dose, pois é feita de pequenos fragmentos do vírus que são incapazes de causar qualquer infecção.</p>
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		<title>Vacina contra gripe imunizará seis milhões</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo – A Secretaria de Saúde do estado de São Paulo espera imunizar ao menos 5,3 milhões de pessoas durante a campanha nacional de vacinação contra a gripe prevista para ocorrer entre os dias 5 e 25 de maio. A estimativa corresponde a 80% da população alvo, composta de idosos com 60 anos ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo – A Secretaria de Saúde do estado de São Paulo espera imunizar ao menos 5,3 milhões de pessoas durante a campanha nacional de vacinação contra a gripe prevista para ocorrer entre os dias 5 e 25 de maio. A estimativa corresponde a 80% da população alvo, composta de idosos com 60 anos ou mais, gestantes, crianças a partir de 6 meses e menores de 2 anos, indígenas e profissionais de saúde do estado.</p>
<p>O medicamento só é contraindicado a quem tem “uma reação alérgica grave à ingestão de ovo”, adverte Helena Sato,diretora de Imunização da secretaria. Ela explicou que, nesses casos, duas horas após receber a vacina a pessoa pode apresentar inchaço nos olhos e na boca. Segundo a médica, ao contrário do que muitos acreditam, “a vacina não provoca gripe, pois é feita de pequenos fragmentos do vírus que são incapazes de causar qualquer infecção”.</p>
<p>A especialista enfatizou a importância da imunização como arma para evitar pneumonia e outros males respiratórios. A imunização ocorrerá contra três tipos de vírus <em>Influenza</em>: H1N1 A/Califórnia, relacionada à pandemia de 2009;  H3N2 A, identificada na cidade australiana de Perth e o tipo B, diagnosticada em Brisbane, também na Austrália.</p>
<p>As vacinas serão aplicadas em 7 mil postos e 41,6 mil profissionais de saúde estaduais e municipais estarão mobilizados durante a campanha. Para auxiliar nos trabalhos, as equipes contarão com 3,5 mil veículos, 32 ônibus e cinco barcos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Agência Brasil)</p>
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		<title>Com moderação, chocolate ajuda nosso organismo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 16:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>garcia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Composto de massa e manteiga de cacau, açúcar, substâncias flavorizantes e ingredientes adicionais, o chocolate, uma das iguarias mais desejadas pela humanidade, também é considerado um alimento funcional, com grande valor nutricional, responsável pelo fornecimento de substâncias importantes para a dieta humana, como proteínas, cálcio, ferro, fósforo, vitaminas (A, E, B1, B2, B3, B6, B12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/chocolate-2.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-53381" title="chocolate 2" src="http://lidebrasil.com.br/site/wp-content/uploads/2012/04/chocolate-2.gif" alt="" width="284" height="423" /></a></p>
<p>Composto de massa e manteiga de cacau, açúcar, substâncias flavorizantes e ingredientes adicionais, o chocolate, uma das iguarias mais desejadas pela humanidade, também é considerado um alimento funcional, com grande valor nutricional, responsável pelo fornecimento de substâncias importantes para a <a href="http://www.melhoramiga.com.br/2012/03/chocolate-alimento-dos-deuses/">dieta</a> humana, como proteínas, cálcio, ferro, fósforo, vitaminas (A, E, B1, B2, B3, B6, B12 e C) e magnésio.</p>
<p>A comprovação da qualidade funcional do chocolate se deve, principalmente, aos diversos estudos realizados por diferentes instituições, cujos resultados demonstram que, assim como o <a href="http://www.melhoramiga.com.br/2012/03/chocolate-alimento-dos-deuses/">vinho</a> tinto, quando ingerido em quantidades moderadas, torna-se um importante aliado da <a href="http://www.melhoramiga.com.br/2012/03/chocolate-alimento-dos-deuses/">saúde</a> e do bem-estar. “Estes valores nutritivos do chocolate se devem principalmente ao cacau, grande fornecedor de compostos bioativos como flavonóides e polifenóis, antioxidantes naturais que têm a propriedade de intensificar a função endotelial por meio da ativação do sistema de síntese do óxido nítrico e da diminuição de coágulos nos vasos sanguíneos. O que auxilia, até mesmo, na prevenção de doenças do coração”, explica a Dra. Flávia Ferreira Sguario, nutricionista funcional.</p>
<p>De acordo com a especialista, o consumo diário de até 40 gramas de chocolate, que possua mais de 55% de cacau em sua composição (taxa encontrada com maior facilidade nos chocolates amargos), consegue controlar os radicais livres do nosso organismo, moléculas que, em excesso, podem prejudicar a estabilidade das células. “Esta funcionalidade do chocolate reduz as concentrações do colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e retarda o processo de envelhecimento celular”. Além disso, ela explica que o chocolate contribui para a ampliação da produção de hormônios, como a e ndorfina e a serotonina. “A mistura mágica de gordura, açúcar, aroma e textura, faz com que a maioria das pessoas não resista aos encantos e sabores do chocolate. Para intensificar este processo, o chocolate favorece a produção de hormônios que estão diretamente ligados ao bem-estar. Por estes motivos, tornou-se um alimento tão difundido e apreciado”.</p>
<p>Para a Dra. Flávia Sguario, além destas características sensoriais despertadas pelo chocolate, nosso organismo possui um mecanismo de autodefesa e automedicação, que busca, nos alimentos, soluções para deficiências nutricionais e desequilíbrios de neurotransmissores que regulam o humor. “A deficiência de magnésio, por exemplo, afeta a produção de dopamina, neurotransmissor relacionado à alegria e satisfação. A cada 100 gramas de chocolate consumidas, nosso organismo consegue absorver 100 miligramas de magnésio, quantidade suficiente para melhorar consideravelmente o humor das pessoas”, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Fonte: Melhor Amiga)</p>
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